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July 31, 2007

Laptop | Katnappe!

Filed under: Uncategorized — admin @ 4:49 pm

Katnappe é o 4º episódio da série animada de televisão Duelo Xiaolin.

Contents


Resumo

O episódio começa com os monges treinado com as Áureas Garras de Tigre, e Omi está ansioso para usa-las. Kimiko, Clay e Raimundo a usam, mas quando é a vez do Omi, Dojo aparece e diz que um novo Shen Gong Wu se revelou, os Hashis Mutante. Katnappe pega os Hashis Mutante ao mesmo tempo que Omi, e ele desafia Katnappe para um Duelo Xiaolin. Omi tenta usar as Áureas Garras de Tigre no Duelo, mas Katnappe usa o Punho de Tebigong para fazer o chão tremer, fazendo Omi perder o equilíbrio e tomando as Áureas Garras de Tigre dele. De volta a casa do Jack, Katnappe não se interessa em se juntar a ele e Wuya, e decide ir embora com as Áureas Garras de Tigre só para ela, que ela usa para roubar shoppings e fazer vandalismos. Ela foi encontrada pelos monges em um parque de diversões chamado Gatarialândia, e conseguem tomar as Áureas Garras de Tigre dela, mas depois Jack aparece e tenta tomar as garras deles. Então Omi decide que é melhor jogar as Áureas Garras de Tigre no centro da Terra para que elas não fossem usadas pelo mal.


Notas do episódio


Localizações dos Shen Gong Wu

  • Hashis Mutante: Foram achados no nariz de um moai, na Ilha de Páscoa, no Chile.


Vestimenta da Kimiko

Blusa preta, mochila laranja, calça também laranja com sainha por cima.

Penteado: Roxo, com um penteado com “rococos” no cabelo.


Frase Feita

  • Não há lições na vitória, mas mil delas na derrota.


Curiosidades

Mais um vilão é introduzido nesse episódio.

As Áureas Garras de Tigre deveriam fechar o portal após entrar nele com seu dono, e seria necessário alguém para abrir outro portal do destino, mas Omi consegue enviar o Shen Gong Wu sozinho pelo primeiro portal.

O Duelo Xiaolin deste episódio é o que acabou mais rápido; Dojo disse que piscou e não viu o que aconteceu.

Katnappe não parece muito esperta para criar gatinhos geneticamentes modificados.

Quando Kimiko entra na internet e encontra informações sobre Katnappe, dá pra ver na tela de seu laptop uma página em azul escrito: “Xiaolin Search”.

Clay não bate em mulheres.

Os monges não tiveram problemas em lutar com os gatinhos mutantes nesse episódio, mas no episódio “Caco de Relâmpago”, tiveram mais dificuldade.

Katnappe chama Jack de pateta e idiota o tempo todo, mas sempre se une a ele.

Primeiro duelo de Katnappe.

É a primeira vez em que omi fala uma gíria correta


Duelo Ocorrido

Omi Vs Katnappe

Omi: Áureas Garras de Tigre

Katnappe: Punho de Tebigong

Desafio: Pique pega

Shen Gong Wu disputado: Hashis Mutante

Vencedor: Katnappe. Ela bateu no chão com o Punho de Tebigong, o que derrubou Omi e a deu chance de pegá-lo.

Proposta | Supply Chain

Filed under: Uncategorized — admin @ 1:50 pm

Suply Chain pode ser definida como o processo global de satisfação dos clientes através da criação de uma cadeia de valor que integra, de forma optimizada, todos os intervenientes que estão na origem da execução de um produto ou de uma família de produtos.
Trata-se de por em prática uma gestão global baseada na criação do valor acrescentado de um produto, desde a produção das matérias primas até à distribuição do produto final, a fim de melhorar a qualidade da prestação global que é proposta ao consumidor final.

Tablet | The Root of All Evil?

Filed under: Uncategorized — admin @ 3:36 am

A raiz de todo o mau? (The Root of All Evil?, em inglês) é um documentário feito para a televisão, escrito e apresentado por Richard Dawkins, que tem como foco demonstrar a prescindibilidade das religiões, evidenciando possíveis vantagens para a humanidade advindas de sua inexistência. O documentário foi exibido pela primeira vez em janeiro de 2006 na televisão inglesa, em dois episódios de 45 minutos cada. O título dado ao documentário não era o preferido por Dawkins, mas foi mantido pela emissora (Channel 4) para criar certa controvérsia.

Contents


Primeiro episódio: Uma ilusão chamada Deus

Em The God Delusion (uma ilusão chamada deus), Dawkins traz à baila algumas das tradições religiosas para compará-las com o método científico, supostamente muito mais eficaz e capaz de nos mostrar a realidade. Dawkins inicia o documentário narrando ao fundo, enquanto imagens de um atentado suicida percorrem a tela: “Há neste mundo aspirantes a assassinos dispostos a matar eu e você, porque são motivados pelo que acreditam ser o mais alto dos ideais”. E segue dizendo: “Este não é só um problema do islamismo, mas é um mal que atinge igualmente o cristianismo e o judaísmo, o processo de não-pensar, chamado fé”.


Lourdes

Dawkins visita o santuário de Lourdes no sul da França, e se junta a uma multidão de romeiros em procissão. Dawkins afirma que é a mesma ilusão o que junta todos ali, e é exatamente este enorme senso de solidariedade que continua a guiá-los a uma mentira: a cura pela fé. Os peregrinos católicos acreditam que podem se curar dalguma doença tocando ou bebendo a água da nascente de Lourdes, mas Dawkins adverte que o mais provável é que, no meio de toda aquela multidão, o máximo que alguém vá alcançar é um resfriado.

Dawkins então questiona o padre Liam Griffin a respeito dos milagres de Lourdes, que segundo a igreja têm acontecido freqüentemente. O padre Griffin diz que há 66 milagres reconhecidos e outras duas mil curas que nunca foram explicadas (sendo que cerca de 80 mil peregrinos visitam o santuário todo ano), e mais milhões de “curas espirituais”. Dawkins permanece cético e questiona tais números, e aponta depois que ninguém nunca reportou o miraculoso re-crescimento de uma perna amputada. Em vez disso, afirma que as curas invariavelmente compreendem aflições que teriam melhorado de qualquer forma ..


Fé versus Ciência

Dawkins continua sua comparação entre fé e ciência. A ciência, de acordo com ele, é um processo incessante de acertos e erros, em busca duma melhor teoria. A fé, ao contrário, prende-se a verdades inquestionáveis, mesmo à sombra duma evidência científica incontestável. Um exemplo de fé que contraria a lógica é a doutrina da infalibilidade papal que revelou a assunção de Maria em 1950, baseada não em fatos, mas na tradição. Dawkins argumenta que um fato não se torna mais verdadeiro ou falso do que era no início se passado de geração em geração por centenas de anos. E em busca de um exemplo da primazia da ciência sobre a fé, relata um acontecimento de sua época de estudante, quando um visitante desbancou uma teoria de um vetusto professor de sua universidade. O professor, admitindo que estava errado, agradeceu o visitante: “Meu caro colega, desejo agradecer-lhe, estive errado por todos estes anos”.

Por fim, Dawkins evoca a teoria da evolução, de Charles Darwin, algo de imensa significação para ele, em oposição à teoria do design inteligente. Ao pé de uma montanha, utiliza elegantemente de uma analogia já explanada no seu livro A Escalada do Monte Improvável, para demonstrar o quão absurda é a teoria de um criador inteligente. Que a noção de completa complexidade da vida emergiu por chance cega ou pelas mãos de um designer inteligente, ele compara isso com a face reta de um penhasco. Por contraste sugere que a teoria da seleção natural de Darwin fornece uma explicação comparada a escalar a mesma montanha do outro lado, gradualmente, por um sutil gradiente, passo a passo. Dawkins também comenta que a hipótese de design levanta outra questão: quem fez o designer?


Colorado Springs

Em seguida, Dawkins faz uma visita à cidade de Colorado Springs (EUA), para discutir o crescimento espantoso do fundamentalismo cristão nos Estados Unidos, um país onde, de acordo com pesquisas, cerca de 45 por cento da população acredita ter o universo surgido há menos de 10 mil anos. Dawkins visita a New Life Church, um templo cristão de US$ 18 milhões, onde o pastor Ted Haggard discursa diuturnamente para mais de 12 mil fiéis. Haggard é o presidente da Associação Nacional de Evangélicos estadunidense, e afirma falar uma vez por semana com o presidente George W. Bush.

Dawkins conversa em particular com Haggard, e começa comparando o culto à uma reunião nazista (Nuremberg Rally) que faria até Joseph Goebbels orgulhoso. Haggard diz que não sabe de nada sobre Nuremberg e diz que alguns evangélicos pensam de seus serviços como um tipo de concerto de rock. Haggard afirma que a Bíblia é verdadeira e não se contradiz (um assunto altamente debatido), como a ciência supõe ser. Dawkins, entretanto, coloca que a vantagem da ciência é que novas evidências mudam as idéias, permitindo um avanço no conhecimento humano, algo que a religião não permite. Gradualmente a conversa vai se tornando ríspida.

Haggard diz que os evangélicos Americanos abraçam totalmente o método científico, esperando que ela mostrará como Deus criou o Céu e a Terra. Dawkins pergunta se ele aceita a demonstração científica de que a Terra tem 4.5 bilhões de anos de idade. De acordo com Haggard, essa é meramente uma visão aceita de uma porção da comunidade científica. Ele segue no confronto dizendo que os netos de Dawkins poderiam rir dele quando ouvissem essas afirmações. Dawkins responde “quer apostar?” Haggard insiste que alguns “evolucionistas” acreditam que o olho “simplesmente se formou do nada”. Dawkins replica que nem um único biólogo evolucionista que ele conhece pensaria assim e que Haggard claramente não sabe de nada sobre o assunto. Em resposta Haggard insiste que alguns (anônimos) “evolucionistas” que ele conheceu disseram isso. A reunião toma um rumo mais ríspido com Haggard afirmando que “esse problema” de “arrogância intelectual” é a razão porque pessoas como Dawkins e outros que contrariam o criacionismo, tem um problema com pessoas de fé. Essa cena termina com Haggard dizendo a Dawkins que quando ele envelhecer vai se encontrar num ponto em que está “errado sobre algumas coisas, certo sobre outras”, e que ele não deveria ser arrogante.

Enquato Dawkins e sua equipe se preparam para partir, acontece um breve incidente no estacionamento. Foi reportado que Haggard ordenou a equipe de Dawkins para sair de suas terras com ameaças de ações legais e confiscação de suas gravações, com a afirmação de “você chamou minhas crianças de animais”. Dawkins interpreta isso retrospectivamente dizendo que do ponto de vista da evolução, de fato leva a dizer que os seguidores de Haggard são animais, que é exatamente o que todos os humanos realmente são.

Então Dawkins vai a uma reunião de Pensadores Liberais, onde um professor de biologia revela que ele foi rotulado de “Satã Reincarnado” por ensinar evolução, e outro pensador liberal compara a situação atual com a era McCarthy.


Jerusalém

Dawkins visita a Jerusalém, algo que ele considera um microcosmo de tudo o que há de errado com as religiões. Inicialmente, Dawkins é levado por um guia à Basílica do Santo Sepulcro. Tal basílica, segundo a tradição cristã, é o local onde Jesus Cristo foi crucificado, sepultado e de onde ressuscitou no Sábado de Aleluia. Dawkins comenta sobre o que ele chama de “edgy watchfulness” (algo como uma constante observação, guarda) na Velha Cidade. Uma área em particular está sob pesada guarda: o Templo da Montanha, englobando ambas Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha. O mesmo local é também onde fica o Templo Sagrado Judeu antigo.

Dawkins entrevista representantes dos dois lados do conflito israelo-palestino: primeiro, o judeu Yisrael Medad, e depois, o Grand Mufti da Palestina, Sheikh Ekrima Sa’id Sabri, mas ambos os lados se mostram inconciliáveis. Esperando encontrar alguém com uma visão neutra do embate que há tempos aflige Jerusalém, Dawkins entrevista Joseph Cohen, agora conhecido como Yousef al-Khattab, um judeu estadunidense que se mudou para Israel e se converteu ao Islã. Todavia, depois de oferecer boas-vindas a Dawkins, al-Khattab começa seu sermão religioso, atacando a suposta decadência de valores ocidentais.

São duas as maiores preocupações de al-Khattab. Primeiramente, ele deseja ver todos os não-muçulmanos fora da terra sagrada de Maomé. Em segundo lugar, demonstra-se imensamente preocupado com o modo como os homens ocidentais permitem “suas” mulheres se vestir - ou não se vestir. Ele não aceita que as mulheres se vistam “como prostitutas”, como ele mesmo diz, ou que aparecem “fazendo topless” na televisão. Quando perguntado sobre os atentados de 11 de Setembro, aponta como culpada a criação do Estado de Israel. “Conserte sua sociedade, conserte suas mulheres!” é seu conselho de despedida.


O bule de Bertrand Russel

Dawkins resume este primeiro episódio com a parábola do bule de chá de Bertrand Russel. Se disserem que há um bule de chá orbitando a Terra, a maioria das pessoas irá provavelmente desconfiar dessa afirmação. Entretanto, não há como provar que tal bule não esteja lá. Assim como não se pode contestar milhares de questões sobre o universo. Só porque a ciência não conseguiu ainda responder tal ou qual questão, não há porque buscar a resposta na fé, que, segundo Dawkins, nunca conseguiu responder algo de importante até hoje.


Segundo episódio: O vírus da fé

Neste segundo e derradeiro episódio, Dawkins examina a moral das religiões, argumentando contra a doutrinação das crianças. O título deste episódio vem do livro O Gene Egoísta, no qual Dawkins expôs pela primeira vez o conceito de meme, uma unidade de cultura auto-replicativa e capaz de evoluir, das quais as religiões, de acordo com Dawkins, estão repletas.


Educação sectária

Dawkins principia este episódio argumentando acerca da desarmoniosa influência das escolas paroquiais sobre toda a sociedade, com crianças segregadas e rotuladas por sua religião. Ele visita uma comunidade de judeus chassídicos em Londres, onde crianças recebem somente educação religiosa, sendo privadas de uma cultura mais ampla, como por exemplo, através da televisão. Dawkins entrevista Rabbi Herschel Gluck, e o questiona se suas crianças tem acesso permitido a idéias científicas.

Gluck afirma que é importante para uma minoria ter um espaço particular para poder expressar sua cultura e suas próprias crenças. Dawkins coloca que preferia que as tradições fossem ensinadas sem impor demonstrações falsas. Gluck enfatiza que embora eles acreditem que Deus criou o mundo em seis dias, a evolução das espécies também é ensinada, embora ele diga que a maioria dos estudantes não acreditarão nela quando saírem da escola. Gluck contrasta a tradição judaica com cientistas que “tem suas tradições”. A expressão facial de Dawkins nesse ponto parece sugerir que ele não engoliu bem essa afirmação de que a ciência é baseada apenas em “tradição”. Gluck então vai mais fundo dizendo que isso é chamado de “teoria da evolução” em vez de “lei da evolução”. Quando Dawkins aponta que o termo é usado no sentido técnico e descreve a evolução como um fato, Gluck sugere que ele é um “crente fundamentalista”.

Dawkins expressa preocupação sobre o aumento da influência religiosa nas escolas britânicas já com mais de 7 mil escolas de fé e com o governo encorajando mais, então mais da metade das Academias Municipais esperam receber patrocínio por organizações religiosas. Ele diz que o desenvolvimento mais preocupante é uma nova onda de escolas evangélicas privadas que adotaram o currículo “Educação Cristã Acelerada” dos americanos batistas, e como um exemplo liga para a Phoenix Academy, em Londres. O professor Adrian Hawkes introduz a escola a Dawkins, e faz lembrar, jubiloso, que quase toda página do material didático faz menção a Deus ou Jesus, como referências à Arca de Noé em livros de ciências. Hawkes responde dizendo que as histórias poderiam ter muito a ver com a ciência se acreditar nelas, e que a ciência que ele aprendeu na escola na sua época é ridícula hoje. Como exemplo, ele menciona que ele foi ensinado que a Lua veio dos oceanos da Terra e que de alguma forma flutuou para o espaço durante os primeiros anos da vida da Terra. Dawkins diz que isso deveria ter sido apresentada como uma forte teoria da época. Outra lição fala sobre AIDS como sendo “o preço do pecado”, então Dawkins questiona se isso não estaria misturando educação sadia com pregações de moral. Hawkes responde que sem alguém para dar a lei, “Por que estuprar é errado? Por que pedofilia é errado?” e que se as pessoas acreditarem que podem sair por aí cometendo crimes sem serem punidos então eles farão isso mesmo. Dawkins responde a isso perguntando Hawkes se a única razão porque ele não faz essas coisas é porque ele tem medo de Deus e em seguida sugere que essa atitude é característica da moralidade torta que a religião tende a instigar nas pessoas.


Religião como um vírus

Em seguida, Dawkins discute especificamente a religião vista como um vírus no sentido de um meme. Ele começa explicando como a mente duma criança é geneticamente pré-programada para acreditar em tudo que lhes é ensinado, sem nada questionar a palavra das figuras autoritativas, especialmente os pais - o imperativo evolucionista sendo que nenhuma criança conseguiria sobreviver adotando uma atitude cética sobre tudo que seus mais velhos dissessem. E é este imperativo que as tornam vulneráveis à “infecção” pela religião.

Dawkins se encontra com a psicóloga Jill Mytton, que sofreu uma rigorosa educação religiosa quando criança, e que hoje ajuda a reabilitar crianças igualmente afetadas por tal fervorosa catequização. Mytton explica que, para uma criança, imagens como o fogo do inferno não fica restrito ao sentido metafórico, mas assumem uma significação real, inspirando terror. Ela retrata sua infância como dominada pelo medo. Quando pressionada por Dawkins para descrever as realidades do Inferno, Mytton hesita, explicando que as imagens de eterno sofrimento que ela absorveu quando criança ainda tinham poderoso efeito sobre ela.

Logo depois Dawkins visita o pastor Keenan Roberts, diretor de um programa Hell House por 15 anos(comuns nos EUA, também conhecidas como judgment houses, uma casa de estilo mal-assombrado dirigida por fundamentalistas cristãos, construídas para descrever os “castigos divinos” que estão por vir para todos os pecadores, sendo operadas comumente nos dias que precedem o Halloween), produzindo shows teatrais direcionadas a crianças de doze anos ou mais uma impressão inquestionável de que pecado destrói. Vemos cenas de ensaios mostrando doutores forçando aborto em uma mulher apesar dela ter mudado de idéia, e uma cerimônia de um casamento lésbico presidido por Satã onde a mulher jura nunca acreditar que é normal e Satã cita o Primeiro Corinthians 6 onde Deus diz que a homossexualidade é igual a pecado. Roberts absolutamente acredita as escrituras sobre o pecado, e quando Dawkins questiona a base de sua moralidade, ele replica dizendo que é uma questão de fé.


Moral bíblica

Em seguida, Dawkins questiona se a Bíblia realmente fornece uma base moral adequada, e desafia que os textos são de origem e veracidade dúbias, são internamente contraditórias e, examinadas de perto, descrevem um sistema de morais que qualquer pessoa civilizada deve achar venenosa. Ele descreve o Velho Testamento como a raíz do Judaismo, Cristianismo e Islamismo, e como exemplo das leituras ele dá Deuteronômio, 13, que instrui crentes a matar qualquer amigo ou membro da família que seguem outros deuses, e Números 31, onde Moisés, nervoso com a piedade com suas forças vitoriosas mostram em levar as mulheres e crianças como cativas, instrui todos menos as meninas virgens, um ato que Dawkins descreve como genocídio. Dawkins também questiona uma passagem do Livro dos juízes, 19, em que um velho homem atira sua filha à uma multidão nervosa de “homens loucos” para ser estuprada e humilhada, numa tentativa de salvar seu hóspede (um homem) de ser estuprado pelos “homens loucos”. Na opinião de Dawkins, Deus deve ser o personagem mais maldoso da ficção.

Dawkins então se volta para o Novo Testamento, o qual, à primeira vista, descreve ele, apresenta um progresso moral indubitável em relação ao antigo livro. Mas é repelido pelo que ele chama de doutrina sadomasoquista de São Paulo, onde Jesus teve que ser torturado e morto para que pudéssemos nos redimir e pergunta “se Deus queria perdoar nossos pecados, porque não apenas perdoá-los? A quem Deus está tentando impressionar?” Ele diz que a ciência moderna mostra que a alegação dos perpetradores Adão e Eva nunca nem existiram, acabando com a doutrina de São Paulo.

Posteriormente, Dawkins entrevista o reverendo Michael Bray, que segue a Bíblia ao pé da letra - ele gostaria de ver a pena capital forçada para o pecado do adultério, por exemplo. Bray era amigo de Paul Jennings Hill, sentenciado à morte em 2003 por matar um médico que realizara um aborto. Bray defende o ato de Hill, dizendo que ele deve estar se dando muito bem no céu. Dawkins também conversa com Richard Harries, ex-bispo de Oxford, um liberal anglicano mais pragmático. Harries vê as escrituras sagradas como textos que devem ser lidos no contexto da época quando foram escritos, e interpretados pela luz da modernidade. Dawkins pergunta a Harries sobre sua atitude sobre os milagres - ele acredita no nascimento virgem, por exemplo? Não está “no mesmo nível” da ressurreição, diz Harries.


Moral secular

Por fim, Dawkins busca uma explicação para a moral baseada na evolução biológica, que ele considera mais esperançoso do que os textos antigos. Junto com o psicólogo evolucionista Oliver Curry, discute acerca da moral primordial encontrada entre os chimpanzés. Curry assevera que não precisamos de religião alguma para explicar a moral e que ela só é um obstáculo. Uma explicação mais convincente se encontra nos conceitos de altruísmo recíproco e seleção de parentesco.

Depois de uma breve análise dos valores seculares, Dawkins inicia uma discussão sobre a moral com o novelista Ian McEwan. McEwan toma como ponto de partida a mortalidade humana, o que deveria nos guiar naturalmente para uma moral baseada na empatia - uma coisa que ele clama, deveria nos conferir um senso claro de responsabilidade por nossa curta estada na Terra.

Dawkins termina com um argumento que o Ateísmo não é uma receita para o desespero mas justamente o contrário; em vez de ver a vida como um julgamento que deve ser enfrentado antes de atingir um plano místico, um ateísta vê essa vida como tudo que temos, e por negar uma vida após a morte podemos ter mais excitação nesta vida. Ateísmo, Dawkins conclui, é a afirmação da vida de uma maneira que religião nunca poderá ser.


Citações

  • Chegou a hora de todas as pessoas racionais dizerem: já basta. A fé religiosa desencoraja o raciocínio independente, desarmoniza, e é perigosa.
  • Para muitos, parte do processo de amadurecer é aniquilar o vírus da fé com uma boa dose de reflexão racional. Mas se um indivíduo não consegue fazê-lo, sua mente ficará para sempre num estado infantil, e há um enorme perigo de que este indivíduo venha a infectar a próxima geração com este mesmo vírus.
  • O deus do Velho Testamento só pode ser um dos mais desagradáveis personagens de ficção de todos os tempos: egoísta e orgulhoso disto, insignificante, vingativo, injusto, rancoroso, racista, um deus que encoraja seus seguidores à prática do genocídio.
  • O fundamentalismo cristão está em ascensão entre o eleitorado da única superpotência do mundo, incluindo o presidente. Se você acredita em pesquisas, 45 por cento dos estadunidenses, cerca de 135 milhões de pessoas, acreditam que o universo foi criado há menos de 10 mil anos.
  • Nós iremos todos morrer, e é isso que nos torna tão sortudos. A maioria das pessoas nunca morrerá, porque nunca irá sequer nascer.
  • Nós somos todos ateus em relação à maioria dos deuses em que a sociedade já acreditou. Alguns de nós só vão um deus adiante.


Críticas

Richard Dawkins, em artigo publicado no New Statesman<ref> Richard Dawkins, 2006. “Diary.” New Statesman</ref>, afirmou que a correspondência recebido pelo Channel 4 (emissora responsável pela produção e exibição do documentário) lhe era favorável numa razão de dois para um. Jornalistas, incluindo Howard Jacobson<ref>Howard Jacobson, 2006. “Nothing like an unimaginative scientist to get non-believers running back to God.” The Independent.</ref>, acusaram Dawkins de dar voz a extremistas, afirmação que Dawkins refutou, asseverando que nenhum dos maiores líderes religiosos do Reino Unido concordaram em participar do documentário. Dawkins também foi criticado pelo teólogo Keith Ward, pela suposta visão simplista acerca das religiões apresentada pelo documentário<ref>Keith Ward, 2006. “Faith, hype and a lack of clarity.” The Tablet.</ref>. Mas uma apreciação veio de Johann Hari para o The Independent “Nós nunca precisamos de Richard Dawkins mais do que agora”.


Referências

<references/>


Ligações externas

  • Página oficial do documentário (Channel 4)
  • Crítica favorável do biólogo Dan Jones: The God Delusion, The Virus of Faith
  • Crítica de Madeleine Bunting no The Guardian
    • Resposta de Dan Jones
  • Crítica de Keith Ward no The Tablet (somente um acesso a cada 24 horas é permitido)
  • Crítica de Paul Taylor em Answers in Genesis
  • Resposta de Dawkins às críticas no The New Statesman

Vídeos

  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 1) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 2) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 3) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 4) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 5) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? - Trecho sobre as diferenças entre Religião e Ciência no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Segundo episódio (Parte 1) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Segundo episódio (Parte 2) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Segundo episódio (Parte 3) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Segundo episódio (Parte 4) no YouTube com legendas em Português
  • The Root of All Evil? -Segundo episódio (Parte 5) no YouTube com legendas em Português
  • Primeiro episódio no Google Vídeo com legendas em Espanhol
  • Segundo episódio no Google Vídeo com legendas em Espanhol
  • Episódio 1 Episódio 2 Vídeos no formato mp4 para download

Root of All Evil?, The
Root of All Evil?, The

July 29, 2007

Futuro o Windows | LSASS

Filed under: Uncategorized — admin @ 10:11 am

LSASS.exe é um processo dos mecanismos de segurança do Microsoft Windows. Este processo normalmente trabalha com a segurança local e políticas de login. Ele também é importante para a estabilidade e segurança do sistema, e mão deve ser finalizado.

O worm de nome Sasser explora uma vulnerabilidade no LSASS [1] em computadores instalados com o sistema Windows XP e Windows 2000. Este worm é particularmente poderoso pois ele se espalha sem a ajuda da interação humana, ao contrário da maioria dos worms, que são difundidos através de mensagens de email, por exemplo.

Em média | Tocador de mídia

Filed under: Uncategorized — admin @ 10:11 am

O tocador de mídia (ou o neologismo media player) é um programa de computador que executa arquivos contendo multimídia em geral como: MP3, WMA, WAV, MPEG, VCDs, DVDs etc. Alguns tocadores mais conhecidos são: MPlayer, Windows Media Player, Winamp, Real Player e iTunes.

O Windows | Windows Aero

Filed under: Uncategorized — admin @ 3:18 am

Windows Aero (acrônimo de Authentic, Energetic, Reflective, and Open - Autentico, Energético, Refletivo e Aberto) é uma interface gráfica do utilizador do sistema operacional Windows Vista da Microsoft, sucessor do Microsoft Windows XP. Permite que as cores representadas na tela do computador sejam idênticas às cores que sairão impressas, o que é de grande utilidade para quem trabalha com edição de imagens e publicações.
A interface é mais uma das criações 3D da Microsoft, no qual também se integra o Flip 3D, que permite ver em tempo real várias janelas ao mesmo tempo e com ambiente de trabalho no fundo.
Na sua versão mais avançada (Aero Glass), as barras de título e bordas das janelas dos aplicativos são semitransparentes, como se fosse um vidro meio embaçado.

July 28, 2007

Laptop | Celeron

Filed under: Uncategorized — admin @ 8:14 pm

Celeron é a marca usada pela Intel em diferentes microprocessadores x86 de baixo custo.

A família Celeron complementa a linha de alta performance da empresa (atualmente a Core2 Duo, anteriormente a linha Pentium). Indroduzido em 1998, o primeiro Celeron era baseado no Pentium II, porém sem cache externo. Versões posteriores eram baseados no Pentium III, Pentium 4, Pentium M, Core Solo, Core Duo e Core2. Esses processadores rodam muitos aplicativos de forma satisfatória, porém apresentam algumas limitações de performance quando rodam aplicativos mais pesados e exigentes (como jogos e demais aplicativos 3D).

Contents


Introdução

O Celeron foi introduzido como uma resposta da Intel à perda do mercado de CPUs de baixo custo, particularmente para os Cyrix 6×86, AMD K6 e outros (como o IDT Winchip). A alternativa econômica da empresa até então era o Pentium MMX, que já há muito tempo não apresentava uma performace competitiva. Embora fosse uma aposta segura, o Pentium MMX, com seus 233 Mhz, enfrentava concorrentes muito mais poderosos que utilizavam a mesma placa mãe(o K6 podia chegar à 333 Mhz), e muitas vezes à preços similares.
Ao invés de continuar prolongando a vida útil do Pentium MMX (e por extensão do padrão Socket 7, utilizado pelos concorrentes), a Intel optou por uma solução que já havia aplicado na época dos 486 DX e SX: desenvolver uma versão limitada do seu modelo “topo de linha” - o Pentium II - e vendê-la a preços mais acessíveis, esperando capitalizar sobre a marca.
Apesar de alguns percalços iniciais o Celeron acabou ganhando aceitação e, de certa forma, acabou se tornando quase um padrão para máquinas direcionadas ao uso em escritórios.


Celeron e Mobile Celeron (P6)


Convington

Esse foi o codinome do primeiro tipo, que era essencialmente um Pentium II de 266 MHz sem o cache secundário (L2) incluído. O processador também compartilhava o código de produto 80523 do Deschutes. Com frequências de 266 à 300 MHz (de 33 à 66 MHz a mais que os Pentium MMX) os processadores entretanto eram consideravelmente mais lentos do que os produtos que se propunham a substituir. As vendas na época do lançamento foram consideraveis, principalmente pelo nome da Intel, porém o produto teve uma péssima repercussão na imprensa especializada e com os profissionais da área de computação. O mercado rapidamente se desinteressou, o produto ganhou fama de baixa performance, e a incrível queda nas vendas obrigou a Intel desenvolver uma nova solução o mais rápido possível.
No mais, esse processador é interessante para Overckers por seu flexivel índice de Overclock em relação ao seu Preço.


Mendocino

O Celeron “Mendocino foi lançado em 24 de agosto de 1998, e foi o primeiro processador produzido em larga escala a apresentar o cache L2 integrado ao núcleo <ref name=”BigCPUShootout”></ref>, a exemplo do Pentium Pro. Ao passo que o Covington não tinha cache L2 algum, o Mendocino incluía 128 Kb de cache L2 rodando à mesma velocidade do processador. Embora com modestos 300 Mhz de freqüência (mesmo para a época), o novo modelo oferecia quase que o dobro da performance do antigo Covington. Para distingui-lo do modelo anterior que também rodava a 300 Mhz a Intel se referia aos processadores com núcleo Mendocino como “Celeron 300A <ref name=”BigCPUShootout”/> Embora os outros Mendocinos (por exemplo o 333 Mhz) não tivessem o “A” no nome, as pessoas se referiam a ele como “Celeron-A” independente da velocidade.

Os novos Mendocino ofereciam boa performance, e foram bem sucedidos desde o lançamento. Na verdade, muitos especialistas consideraram o Mendocino bem sucedidos demais—a performance era suficientemente alta para competir não somente com os rivais da faixa de mercado, como também para atrair compradores do então lucrativo carro-chefe da Intel, o Pentium II. Os overclockers rapidamente descobriram que, dispondo de uma placa mãe adequada e de qualidade, o Celeron 300A podia rodar com estabilidade a 450 MHz. Isso era feito simplesmente aumentando a freqüência externa (FSB) do padrão de fábrica à 66 MHz para os 100 MHz utilizados no Pentium II. Nessa velocidade o Celeron Mendocino rivalizava com os processadores x86 mais rápidos do mercado.<ref name=”BigCPUShootout”/>

Na época cache integrado ao núcleo (on-die) era difícil de fabricar; especialmente o cache L2, já que cada vez mais era necessário para se atingir um nível considerável de performance. Um de seus benefícios e que ele opera à mesma freqüência da CPU. Todas as outras CPUs da época utilizavam cache L2 montado ou na placa mãe ou em um slot separado, o que tornava-o fácil de fabricar, barato e permitia que se aumentasse seu tamanho para qualquer um desejado (valores típicos eram de 512 KB à 1 MB), mas eles sofriam de performance reduzida, rodando geralmente à velocidade do FSB (60 à 100 MHz). A implementação do cache de 512 Kb do Pentium II foi inovadora (posteriormente copiada pela AMD em seu Athlon), apresentando o cache L2 montado em uma placa especial junto com o processador, rodando à metade da freqüência deste e comunicando-se com ele através de um barramento especial. Este método de construção era dispendioso e impunha limitações ao tamanho do cache, mas permitia que o Pentium II fosse elevado à freqüências mais altas, além de evitar latências e demais contingências necessárias nas configurações com cache montado na placa mãe.<ref></ref>

Com o tempo novos processadores de núcleo Mendocino foram lançados com clock de 333, 366, 400, 433, 466, 500 e 533 MHz. Os Celeron “Mendocino” eram projetados para utilizar apenas FSB de 66 Mhz, mas isso só se tornaria um gargalo de performance mais sério quando as velocidades chegassem à níveis maiores.

Os Celeron Mendocino também introduziram novos encapsulamentos. Quando foram lançados os “Mendocinos” vinham tanto em Slot 1 SEPP quanto em soquete 370 PPGA. O encapsulamento SEPP tinha sido desenhado originalmente para acomodar o cache L2 do Pentium II, mas uma vez que os Celerons possuiam esse componente integrado no núcleo, não havia razão para manter a sobreplaca, e a Intel descontinuou a versão Slot 1 - à começar com o modelo de 433 Mhz, apenas a versão PPGA soquete 370 estaria disponível (fabricantes independentes entretanto desenvolveramum acessório que permitia a montagem de um processador PPGA soquete 370 em uma placa mãe Slot 1).
Um fato interessante é que, apesar de ser oficialmente um processador de “baixo custo”, o modo de multiprocessamento simétrico continuava disponível, e pelo menos uma placa mãe foi lançada (a ABIT BP6) para aproveitar esse fato.

O Mendocino também possuía uma variação para notebooks, com velocidades entre 266, 300, 333, 366, 400, 433, 466, 500, 533, 566 e 600 MHz.

No esquema de nomeclatura “Family/Model/Stepping” da Intel, os Mendocinos pertencem à família 6, modelo 6 e código interno 80524. Estes códigos são compartilhados com o modelo relacionado Dixon, a versão portátil do Pentium II.


Coppermine-128

A próxima geração de Celeron era o Copermine-128 (alguns o conhecem como “Celeron II”). Este derivado do Pentium III Coppermine foi lançado em março do ano 2000. Como o Mendocino tinha 128 KiB de cache L2 incluídos no chip e continuava com a velocidade de barramento de 66 MHz. Eram praticamente identicos, com a exceção do cache menor e a velocidade do FSB mais baixo.

Por teoria o processador tem um núcleo adaptado, pois não foi noticiado o suporte ao SSE. O Celeron foi no seu tempo o único processador do mercado que rodava 66 MHz e ia com a mesma velocodade na memória RAM e foi significamente mais lento em relação ao seu concorrente. As vendas vinham diminuindo e o mercado numa discussão fácil queria ver versões de 100 MHz. A Intel disse não, pois era muito provável que já enfrentava grandes problemas em relação ao tempo e também concentrava recursos para entregar volumes suficientes de seu Pentium III.

Todos os processadores foram fabricados com o encapsulamento FCPGA assim como os Pentium III Coppermine. Estes iniciaram em 533 MHz e vieram em seguida 566, 600, 666, 700, 733 e 766 MHz. Devido às limitações dos 66 MHz havia uma pequena diferença de performance entre os modelos de maior clock e como por um tempo concorreu com o “antigo” AMD K6-2, isso era aceitável. Em julho do ano 2000 a AMD lançou seu Duron, derivado do Athlon - um processador com barramento maior e mais memória cache. O Coppermine-128 ficou incompetitvo como o original de 266 MHz.

Entretanto sua performance era revelada quado o processador era overclocado para operações de 100 MHz. Overclocava um processador de 566 MHz para 850 MHz ou um 600 MHz para 900 MHz e dava bons resultados, desde que os sistemas suportassem sem a necessidade de aumentar a ventilação ou a voltagem. Em particular um número de processadores de 600 MHz foram vendidos com a voltagem de 1,7V: Esses podem rodar a 100 MHz com mais estabilidade comparado aos mesmos processadores que tem voltagem de 1,5V.

Em 31 de janeiro de 2001 a Intel finalmente mudou a velocidade do FSB para 100 MHz. Embora o processador de 800 MHz (o primeiro com 100 MHz) fosse menos poderoso que o Duron, em porcentagem, era uma opção perfeitamente viável. Todos as opções a partir de 800 MHz vem com o barramento de 100 Mhz, as de 850, 900, 950, 1000 e 1100 MHz.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Coppermine-128 é a família 6, modelo 8 e o seu código é 80526.


Tualatin-256

A próxima geração de Celerons foi baseado no núcleo Tualatin do Pentium III e feito com o processo de 0,13 micrometros. Foi apelidado de “Tualeron”, junção das palavras “Tualatin” e “Celeron”. Alguns softwares e usuários referiam o processador como “Celeron-S”, referindo a linha de chips Pentium III-S, mas não era uma desiguinação oficial. A linha inicia com 1000 MHz e 1100 Mhz (novamente com a letra “A”, diferenciando-os das versões Coppermine-128) e continuou com 1200, 1300 e 1400 MHz.

Os “Tualerons” são semelhantes em fabricação ao Pentium III, agora a maior diferença era velocidade de 100 MHz em relação aos 133 Mhz do Pentium III Tualatin. O cache do Celeron apresentava latencia “1″ e o Pentium III tinha latência “0″. Eram excelentes para overcloking, pois era fácil mudar a velocidade do barramento para 133 MHz. Vinham com 256 KiB de cache nível 2.

Esse foi o último dos Celerons “P6″. Eles foram vendidos em paralelo com os Celerons baseados do Pentium 4.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Tualatin-256 é a família 6, modelo 11 e o seu código é 80530.


Celeron e Mobile Celeron (NetBurst)


Willamette-128

A próxima série de Celeron é baseada no núcleo do Pentium 4 Willamette e tem, em consequência, um diferente design. São muito conhecidos como “Celeron 4″. Possuem 128 KiB como 256 KiB e 512 KiB de memória cache, mas são muito similares em desempenho.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 1 e o seu código é 80531.


Northwood-128

Alguns Celerons são baseados no núcleo do Pentium 4 Northwood e possuem 128 KiB de cahe nível 2. A única diferença entre esse e o Willamette-128 é o seu processo de fabricação de 0,13 micrometros e a voltagem de 1,52V comparado ao 1,7 do modelo anterior. A performance também contiua o mesmo.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 2 e o seu código é 80532.


Northwood-256

Esse foi o núcleo utilizado para equipamentos móveis (Laptops). Baseado no núcleo Northwood possui 256 KiB de cache L2.


Celeron M


Banias-512

Esse modelo agora é baseado no núcleo Banias do Pentium M, e as diferenças são a metade da memória cache nível 2 (L2) e o não suporte à tecnologia SpeedStep. Sua performance pode ser comparada ao do Pentium M, porém a tempo de duração da bateria é menor em relação ao notebook com Pentium M.

Um sistema equipado com Celeron M não pode levar o nome Centrino, mesmo equipado com o Chipset i855 ou i915 e o chip WI-FI Intel PRO.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 6, modelo 9 e o seu código é 80535. É a mesma identificação do Pentium M.


Shelton

O núcleo Shelton é o Banias sem o cache L2 e o SpeedStep desabilitado. Ele é usado numa placa-mãe de pequenas dimensões da Intel, o D845GVSH, e introduzido nos mercados asiático e norte-americanos. O mesmo processador é identificado como “Intel Celeron 1000B”, para diferenciar dos antecessores Copermine-128 e Tualatin-256 de 1 GHz.


Dothan-1024

É um Celeron de 90 nanometros (0,09 micrometros) derivado do Pentium M de 90 nm, com a metade do cache nível 2 e como o antecessor, sem o Speed Step.

Como o Pentium M dessa geração são identificados como a família 6, modelo 13 e o seu código é 80536.


Yonah-1024

A nova série Celeron M 400 é baseado no núcleo Yonah do processador Core Solo. Como os dois últimos antecessores, vem com metade do cache nível 2 (1 MiB) e sem SpeedStep. Foram inclúidas novos fatores para esse Celeron M, como o barramento à 533 MTs, instruções SSE3 e suporte ao XD bit (vem também na série J do Dothan-1024).


Meron-1024

O Meron-1024 é um processador de núcleo simples baseado do Core 2 Meron e tem metade do cache (1 MiB) , o SpeedStep e a Tecnologia de Virtualização desabilitados, contudo, vem com a tecnologia EM64T, XD bit e barramento de 533 MHz.


Celeron D


Prescott-256

O primeiro processador Celeron D é baseado no núcleo Prescott do Pentium 4 e vem com cache L2 de 256 KiB. É caracterizado pelo barramento de 533 MHz, instruções SSE3 e leva o número 3XX (comparados aos 5XX dos Pentium 4 e 7XX dos Pentium M). Ele também implementado a nível de hardware com a tecnonologia EM64T muito embora esteja desabilitado nos modelos 3X0/3X5 (exceto o 355) e habilitado nos modelos 3X1/3X6.

Assim, os modelos sem EM64T são: 365 - 3,6 GHz, 350 - 3,2 GHz, 345 - 3,06 GHz, 340 - 2,93 GHz, 335 - 2,8 GHz, 330 - 2,66 GHz, 325 - 2,53 GHz, 320 - 2,4 GHz, 315 - 2,26 GHz, 310 - 2,13 GHz.

E os com EM64T: 366 - 3,6 GHz, 355 - 3,3 GHz, 351 - 3,2 GHz, 346 - 3,06 GHz, 341 - 2,93 GHz, 336 - 2,8 GHz, 331 - 2,66 GHz, 326 - 2,53 GHz, 321 - 2,4 GHz, 316 - 2,26 GHz, 311 - 2,13 GHz.

O Celeron D trabalha com chipsets i845 e i855. O sufixo D serve apenas para diferencia-los das gerações anteriores, já que diferente do Pentium D, o Celeron D não tem núcleo duplo.

Os processadores assim como os Pentium 4 Prescott são identificados como a família 15, modelo 3 (até E0) ou 4 (do E0 a diante) e o código 80546 ou 80547 dependendo do tipo de soquete.


Cedar Mill-512

Esses modelos são baseados no núcleo Cedar Mill do Pentium 4. Essas versões continuam com o esquema de nomes 3XX agora como Celeron D347 (3,06 GHz), 352 (3,2 GHz), 356 (3,33 GHz), 360 (3,46 GHz) e 365 (3,6 GHz) e tem as mesmas características do Prescott-256 com metade do cache L2 (256 KiB) e o processo de fabricação de 65 nanometros.

No esquema de identificação todos os Ceddar Mills são da família 15, modelo 6 e o código é 80552.


Futuros Celerons

O roadmap da Intel lista uma série de novos Celeron baseados na microarquitetura do Core2. Há poucas informações deles, a não ser que venham a usar o núcleo Conroe-L e usarão nos nomes 4XX.

Serão processadores como de sempre voltados ao mercado de baixo custo, como o processador baseado no núcleo do AMD K8, o Sempron.


Links Externos

  • - Página do produto da Intel para microcomputadores de mesa.
  • - Página do produto da Intel para laptops.
  • - Todos dos modelos de Celeron no Clube do Hardware.
  • - “Pentium II” Celeron e “Pentium III” Celeron em cpu-collection.de.
  • - Detalhes do Conroe-L no Dialy Tech .

July 27, 2007

Laptop | Carlos Slim Helú

Filed under: Uncategorized — admin @ 7:22 pm

[[Imagem:Carlos_Slim_moustache.jpg|thumb|Carlos Slim Helú em 2004]]

Carlos Slim Haddad Aglamaz (Cidade do México, 28 de Janeiro de 1939) é um homem de negócios mexicano de origem libanesa.

É conhecido no México por Midas devido a sua habilidade em transformar empreendimentos decadentes em companhias saudáveis e lucrativas, foi declarado em 2007 a pessoa mais rica do mundo.

O mexicano, com fortuna estimada em 67,8 bilhões de dólares (mil milhões em Portugal), ultrapassou o co-fundador da Microsoft Bill Gates, segundo divulgou um respeitado rastreador de riqueza mexicano. Um aumento de 27 por cento de março a junho no preço da ação da América Móvil, maior operadora de telefone celular da América Latina, controlada por Slim e que no Brasil é dona da Claro, o deixou quase 8,6 bilhões (mil milhões) de dólares mais rico que Gates.

O patrimônio de Slim cresceu 23 bilhões de dólares nos últimos catorze meses, movido principalmente pelo bom momento da economia mexicana e pela valorização de 46% no mercado de ações em 2006.

A revista avalia que o empresário tem o equivalente a 7% do PIB mexicano e calcula que se Bill Gates tivesse a mesma proporção da economia americana, sua fortuna seria de 874 bilhões de dólares.

Segundo a Forbes, a crescente fortuna de Slim tem provocado polêmica no México, onde a renda per capita é de 6,8 mil dólares por ano, já que ele controla 90% do mercado de telefones no país, com um virtual monopólio.”<ref name=”"></ref>

Carlos Slim Helu nasceu em 28 de janeiro de 1939. É viúvo, pai de seis filhos (Carlos, Marco Antonio, Patrick, Soumaya, Vanesa e Johanna) e avô de nove crianças. Afeito à família, uma vez por semana reúne seus filhos, genros e netos para jantar. Começou a trabalhar aos oito anos de idade, ajudando pai, Julián Slim Haddad (Yusef Salim Haddad, antes de desembarcar no México em 1902, proveniente do Líbano), na loja “Estrella de Oriente”, que ficava próxima ao Palácio Nacional e prosperava.

Contents


Juventude

O pai foi uma figura, de demasiada importância no destino do garoto. Ensinou-lhe alguns princípios para obter altos rendimentos: “vender muito a preço baixo”, “ter sempre uma reserva para aproveitar boas oportunidades de negócios” e “investir a longo prazo”. Resultado: aos doze anos Carlos tinha seu próprio caderno de contabilidade. Seus irmãos lembram que aos domingos, nos almoços familiares, ele montava uma mesa sob a escada e vendia doces aos primos. Aos 15 anos já tinha 44 ações do Banamex (Banco Nacional de México). E as variações de seu patrimônio eram registradas diariamente.

Em 1957, antes de entrar na universidade, sua carteira somava exatamente 31.900 pesos e 26 centavos. Mais tarde formou-se engenheiro civil pela Universidad Autónoma Nacional de México. Também fez um curso sobre avaliação de projetos e desenvolvimento econômico na Cepal, em Santiago do Chile. Foi professor por um curto período e trabalhou como operador na Bolsa Mexicana de Valores.


Primeiros investimentos

Slim casou-se em 1960, aos 21 anos de idade, na tradição libanesa católica. Em vez de construir um casarão para a família no terreno que ganhou do pai, ergueu ali um prédio de apartamentos. Carlos e Soumaya ocuparam um, alugaram outros tantos e venderam os demais. Assim surgiu seu primeiro empreendimento, a “Inmobiliaria Carso” (marca resultante da junção dos nomes de Carlos e Soumaya).

Entre 1965 e 1969 adquiriu condomínios e terrenos em diversas partes da Cidade do México que somavam uma superfície de mais de um milhão de metros quadrados e não parou mais de crescer. Com a herança que recebeu dos pais fez investimentos audaciosos. Na década de 1980, em plena crise recessiva provocada pela queda do preço do petróleo e pelo elevado déficit público mexicano, comprou a Citagam, principal companhia de cigarros e charutos do país, uma fábrica de autopeças e uma cadeia de restaurantes.


Telmex e outros grandes investimentos

right|250px|Carlos Slim

Sua grande investida aconteceu em 1990, quando a decadente companhia Telefones do México, Telmex, foi privatizada a um preço muito inferior do estimado, no âmbito das políticas neoliberais que assolaram a América Latina nos anos 1990. Slim ganhou a concorrência e transformou a empresa deficitária na maior companhia privada do país, a jóia da coroa de seu império. Tem mais de 10 milhões de assinantes – 90% do mercado mexicano. A partir da Telmex, Slim Helú criou a América Móvil, operadora de telefonia celular que tem cinco milhões de clientes no México. Suas empresas pagam mais de cinco bilhões (mil milhões) de dólares em impostos, empregam mais de 200 mil trabalhadores e respondem por quase metade do PIB do México.

O empresário expandiu seus negócios por todo o continente americano. Hoje comanda companhias de telecomunicações na Guatemala, em Porto Rico, no Peru, no Equador, em El Salvador, na Nicarágua, na Argentina, no Chile e na Colômbia. Tem participação nas maiores companhias de telecomunicações do Canadá à Terra do Fogo. No Brasil comprou a participação da Globopar na rede de TV a cabo Net, que tem 1,36 milhões de clientes. Também controla a Claro, terceira empresa de celulares do país, com cerca de 22 milhões de clientes, e a Embratel, que opera ligações à distância. Seus investimentos nos Estados Unidos incluem participações na Philip Morris (hoje Altria Group), e na Saks Incorporated. Tornou-se o maior acionista da MCI, a segunda operadora de telefonia de longa distância americana. Adquiriu cerca de 3% da Apple Computer – e um ano depois, com o surgimento do iMac, o valor das ações da empresa saltou de 17 para 100 dólares cada. E associou-se ao empresário americano Bill Gates, o dono da Microsoft, para criar um portal na internet destinado aos hispanos.

Seu escritório não tem computador, laptop ou qualquer outro apetrecho tecnológico que lhe permita acompanhar os movimentos financeiros on-line. Quando precisa de uma informação, pega o telefone e pede a um auxiliar. Certa vez ganhou um laptop dos filhos, de presente de Natal, mas só sabe ligar e desligar a máquina. Mas seu grupo vende mais de mil computadores por dia no México e milhares de pessoas em todo o mundo acessam seu portal na internet. Além disso, Slim criou um centro de pesquisas associado ao MIT americano para desenvolver novas tecnologias de informação adequadas à América Latina, para a formação de especialistas e para a transferência de conhecimentos.

Atualmente todos os seus investimentos estão concentrados numa holding, o Grupo Carso. Sua residência fixa continua na Cidade do México, mas há anos Slim vive pelo mundo, cuidando de seus negócios nas áreas das comunicações, dos transportes, da mineração, do comércio, das finanças, dos seguros e da indústria de componentes automóveis.


Projetos sociais e culturais

Maior colecionador privado de esculturas de Rodin (só existem mais peças no museu francês que leva o nome do artista), entre outras obras, construiu um espaço para franquear ao público sua coleção, o Museu Soumaya (o nome, de sua falecida esposa, vem da palavra árabe ‘ouma’, que significa céu).

Criou uma fundação dedicada a restaurar prédios coloniais que estavam totalmente degradados no centro histórico da capital, onde passou a sua infância. As fundações da Telmex e do Grupo Carso têm um bilhão (mil milhões) de dólares. Investem em educação, saúde e cultura. Pagam fiança de presos que cometeram crimes leves para evitar que fiquem anos na cadeia, aguardando que o sistema judiciário lento resolva seus problemas. Têm programas de nutrição para crianças que vivem nas regiões mais pobres e cobrem as despesas cirúrgicas de pessoas de zonas rurais do México.


Visão política sobre a América Latina

Embora fale inglês, raramente usa o idioma em público. Tem idéias claras a respeito das relações entre os Estados Unidos e a América Latina. Diz que os americanos deveriam ajudar a região a se desenvolver, financiando projetos de educação, de saúde e de infra-estrutura, por interesse econômico, já que assim, mais pessoas seriam incorporadas ao mercado consumidor de seus produtos. “Não há melhor investimento do que promover o desenvolvimento latino americano. Os americanos deveriam perceber esse fato não por serem bons samaritanos, mas por razões de negócios”, diz. “Da mesma forma, o Banco Mundial e outras instituições internacionais deveriam dar suporte ao desenvolvimento em vez de socorrer os países quando a crise se instala”.

Em junho de 2005, ao final do Terceiro Encontro de Empresários da América Latina, que reuniu os donos das maiores corporações latino-americanas no hotel Grand Hyatt, em São Paulo, o empresário deu um passo na direção que recomenda. Anunciou a criação da Impulsora del Desarrollo Económico de América Latina (Ideal).


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  • Lista das pessoas mais ricas do mundo


  • Site oficial de Carlos Slim Helú
  • Entrevista de Carlos Slim Helú feito pela revista Época Negócios

Slim Helú

July 26, 2007

Laptop | Interface paralela

Filed under: Uncategorized — admin @ 11:14 pm

A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC (”Personal Computer” ou “Computador Pessoal”), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros).

A partir do sistema operacional Windows 95 tornou-se possivel efetuar comunicação entre dois computadores através da porta paralela, usando um programa nativo chamado “comunicação direta via cabo”. Esta rede é muito simples de ser implementada, bastando apenas a utilização de um cabo DB25, conectado entre os dois computadores. É, no entanto, necessária uma configuração específica nos cabos para que a rede possa funcionar corretamente.


Comunicação em Paralelo

Na comunicação em paralelo, grupos de bits são transferidos simultaneamente (em geral, byte a byte) através de diversas linhas condutoras dos sinais. Desta forma, como vários bits são transmitidos simultaneamente a cada ciclo, a taxa de transferência de dados (throughput) é alta.


  • Centronics
  • Computador pessoal
  • Porta série


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  • Informações sobre a porta paralela
  • Informações sobre a porta paralela e interface

Laptop | IBM PC

Filed under: Uncategorized — admin @ 7:12 pm

O IBM PC™ (Personal Computer ou Computador Pessoal), foi a versão original e progenitor da plataforma de hardware dos “IBM PC compatíveis”. Ele foi apresentado em 11 de Agosto de 1981. O modelo original foi denominado IBM 5150. Ele foi criado por uma equipe de 12 engenheiros e projectistas sob a direção de Don Estridge da IBM Entry Systems Division em Boca Raton, Flórida.

A expressão “Personal Computer” (”Computador Pessoal”) era de uso comum antes de 1981, e já era usada em 1972 para caracterizar o Alto do Xerox PARC. Todavia, devido ao sucesso do IBM PC, o que tinha sido um termo genérico passou a significar especificamente um microcomputador compatível com a especificação da IBM.

Durante o segundo trimestre de 2005, o Lenovo Group da China assegurou os direitos de produção dos computadores pessoais com a marca IBM. Esta mudança reflete a presente falta de interesse da IBM em computadores pessoais, em favor dos mercados de mainframes e serviços de consultoria de negócios e tecnologia da informação.

Contents


O conceito IBM PC

O PC original foi uma tentativa da IBM de entrar no mercado de computadores domésticos, então dominado pelo Apple II e por uma legião de máquinas CP/M.

Em vez de passar pelo processo de planejamento usual da IBM, o qual tinha falhado em criar um microcomputador de baixo custo (tendo por exemplo o malogrado IBM 5100), um grupo especial de trabalho foi formado com a autorização de ignorar as restrições normais da companhia e trazer algo para o mercado rapidamente. A este projeto foi dado o nome-código de Projeto Xadrez.

O grupo consistia de apenas 12 pessoas, encabeçado por Don Estridge. Eles foram bem-sucedidos — o desenvolvimento do PC levou cerca de um ano. Para conseguir isto, eles decidiram preliminarmente construir a máquina com peças facilmente encontráveis no mercado, de uma grande variedade de fornecedores OEM e de diversos países; anteriormente, a IBM tentara utilizar apenas componentes desenvolvidos por ela mesma. Em segundo lugar, eles resolveram utilizar uma arquitetura aberta para que outros fabricantes pudessem produzir e vender máquinas compatíveis; para tal, as especificações do BIOS foram publicadas. Com isso, a IBM esperava manter sua posição no mercado cobrando “royalties” pelo licenciamento do BIOS e se mantendo à frente da concorrência.

Na época, Don Estridge e equipe cogitaram em usar o processador 801 e respectivo sistema operacional, que haviam sido desenvolvidos no laboratório de pesquisa da IBM em Yorktown Heights, Nova York (o 801 foi um precursor dos microprocessadores RISC, projetado por John Cocke e seu grupo). O 801 era pelo menos uma ordem de magnitude mais potente do que o Intel 8088, e seu sistema operacional estava muitos anos à frente do MS-DOS da Microsoft, que acabou sendo o escolhido. Excluir uma solução doméstica tornou o trabalho do grupo muito mais fácil e pode ter evitado atrasos no cronograma, mas as conseqüências finais desta decisão para a IBM foram desastrosas.

Para azar da IBM, outros fabricantes rapidamente desenvolveram suas próprias versões do BIOS através de engenharia reversa — e com isso não precisavam pagar mais “royalties” à companhia. Em Junho de 1982, a Columbia Data Products lançou o primeiro IBM PC compatível, o MPC (Multi Personal Computer), cuja configuração básica, por US$ 1500 a menos, ostentava itens que eram opcionais no IBM PC padrão (o MPC básico oferecia 128 Kb de RAM, duas portas seriais e uma paralela). Em Novembro de 1982, a Compaq anunciou seu primeiro “clone” do IBM PC (embora ele só tenha sido comercializado a partir de Março de 1983), que foi também o primeiro IBM PC compatível portátil.

Quando o IBM PC tornou-se um sucesso comercial, sua produção voltou ao usual controle gerencial da IBM, o que significou que os competidores tiveram pouco trabalho em assumir a liderança do mercado. Neste aspecto, a tradição da IBM em “racionalizar” suas linhas de produtos – restringindo deliberadamente a performance dos modelos mais baratos para evitar que eles “canibalizassem” os lucros dos modelos de maior valor – trabalhou contra ela.

Ainda em meados de 2006, modelos IBM PC e XT estavam em actividade na maioria dos postos de observação da alta atmosfera do Serviço Metereológico dos Estados Unidos. Os computadores são utilizados para processamento dos dados enviados pelas radiossondas, transportadas nos balões meteorológicos. Eles estão sendo gradualmente desativados ao longo de um período de vários anos, como parte de um programa de substituição das radiossondas.


Sucesso comercial

O primeiro IBM PC foi lançado em 11 de Agosto de 1981. Embora não fosse barato, com um preço-base de US$ 1.565, era confiável para uso comercial – e foi o segmento comercial quem investiu na compra do PC. Todavia, não foi o “centro de processamento de dados” corporativo o responsável por isto, para o qual o PC não era visto como um computador “apropriado”; foram geralmente os gerentes bem-educados de nível intermediário que viram o potencial da máquina, visto que a revolucionária planilha eletrônica Visicalc, um “aplicativo matador”, havia sido portada para o PC como um clone, o Lotus 1-2-3. Confiantes no nome IBM, eles começaram a comprar as máquinas às próprias custas, para auxiliá-los nos cálculos que haviam aprendido nos cursos de negócios.


A primeira geração do IBM PC

O PC original tinha uma versão do Microsoft BASIC (o IBM Cassette BASIC) em ROM, a placa de vídeo CGA podia usar uma televisão comum como monitor e o dispositivo padrão de armazenamento era um gravador de cassetes. Um acionador de disquetes era um extra opcional; não tinha disco rígido disponível e haviam apenas cinco “slots” de expansão. A memória RAM máxima, utilizando-se apenas partes fornecidas pela IBM, era de 256 Kb (64 Kb na placa-mãe e três placas de expansão de 64 Kb. O processador era um Intel 8088 (processadores AMD começaram a ser usados depois de 1983), rodando a 4,77 MHz. Ele foi vendido pela IBM em configurações com 16 Kb e 64 Kb de RAM pré-instalada. A máquina foi um grande fracasso no mercado doméstico, mas seu uso comercial disseminou-se rapidamente.


IBM PC-XT

Veja o artigo principal: PC XT.

O modelo seguinte, o IBM PC XT foi uma máquina avançada, projetada para uso comercial. Ele tinha 8 slots de expansão (ISA, 8 bits), um HD de 10 Megabytes e suportava 256 Kb de memória diretamente na placa-mãe (modelos posteriores podiam ser expandidos até 640 Kb, que combinados com a ROM, perfaziam o Megabyte de memória que o 8088 podia endereçar). Ele era usualmente vendido com uma placa de vídeo MDA. O processador contudo, ainda era o Intel 8088 original rodando a 4,77 MHz.


IBM PC/AT (286)

Veja o artigo principal: PC AT.

Em Agosto de 1984, foi lançado o IBM PC/AT, que utilizava um processador Intel 80286, rodando originalmente a 6 MHz. Ele tinha um barramento ISA de 16 bits e um HD de 20 Mb. Um modelo mais rápido, de 8 MHz, foi introduzido em 1986. A IBM fez algumas tentativas de apresentá-la como uma máquina multiusuário, mas foi vendida principalmente como um PC mais rápido para quem precisasse de grande capacidade de processamento.

Os primeiros PC/AT foram afligidos por problemas de confiabilidade, em parte por causa de algumas incompatibilidades entre software e hardware, mas principalmente relacionadas com o disco rígido interno de 20 Mb. Enquanto alguns culpavam a placa controladora da IBM e outros culpavam o fabricante do disco rígido (Computer Memories International ou CMI), a controladora IBM funcionava muito bem com outros HDs, inclusive o modelo de 33 Mb da própria CMI. Os problemas trouxeram dúvidas sobre o computador e, por algum tempo, até mesmo sobre a arquitetura 286 em geral, mas depois que a IBM substituiu os HDs de 20 Mb da CMI, o PC/AT mostrou-se confiável e tornou-se um padrão industrial duradouro. A CMI fechou as portas pouco tempo depois.


Outros modelos

  • IBM Convertible
  • IBM Portable
  • IBM PCjr


Observações

Os modelos de segunda geração, os PS/2 (IBM Personal System/2), são designados por números: PS/2 Modelo 25, PS/2 Modelo 30 etc. Dentro de cada série, a referência aos modelos também é feita usualmente pela freqüência de operação da UCP.

Todos os computadores pessoais da IBM são compatíveis a nível de software com qualquer outro modelo de PC, mas nem todos os programas irão funcionar em todas as máquinas. Alguns programas antigos dependem de um “clock” específico para funcionar ou podem não ser capazes de aproveitar a alta resolução existente nas placas de vídeo mais novas.


Tecnologia


Eletrônica

A principal placa de circuito impresso de um IBM PC é chamada de placa-mãe. Ela comporta a UCP e as memórias, e possui um barramento com “slots” para placas de expansão.

O barramento utilizado no PC original tornou-se muito popular e foi subseqüentemente batizado como Industry Standard Architecture. Ele ainda continua sendo utilizado, em computadores para uso industrial. Posteriormente, a necessidade de maior velocidade e maior capacidade forçaram o desenvolvimento de novas versões. A IBM introduziu o barramento MCA com a linha PS/2. O barramento VESA permitia o uso de até três placas de 32 bits, muito mais rápidas, e a arquitetura EISA foi desenvolvida como um padrão de compatibilidade retroativa que incluía os slots para placas de 32 bits, mas que só obteve algum sucesso com servidores de alto desempenho. O barramento PCI, mais geral e de custo mais baixo, foi introduzido em 1994 e de lá para cá, tornou-se onipresente.

A placa-mãe é conectada por cabos flexíveis a dispositivos internos de armazenamento tais como HDs e leitores de CD-ROM. Tais dispositivos tendem a ser produzidos em tamanhos-padrão, tais como as larguras de 3 1/2″ (90 mm) e 5 1/4″ (133,4 mm), com furos de fixação padronizados. O gabinete também contém uma fonte padrão de energia, que é do tipo AT ou ATX.

Os PCs baseados no Intel 8086 e 8088 precisavam de placas de memória expandida (EMS) para poderem acessar mais de um megabyte de memória. O IBM PC/AT usava um processador Intel 80286 que podia acessar até 16 Mb de memória (embora aplicativos DOS-padrão não pudessem utilizar mais de um megabyte sem o emprego de recursos especiais). Computadores 286 rodando OS/2, podiam trabalhar com esta memória máxima sem problemas.


Teclado

O teclado original do IBM PC de 1981 recebeu críticas severas dos digitadores por ter colocado a tecla de ENTER e a tecla SHIFT esquerda fora dos locais costumeiros. Em 1984, a IBM corrigiu isto no teclado do AT, mas encurtou a tecla BACKSPACE, tornando-a mais difícil de alcançar. Em 1987, ela introduziu o “teclado avançado”, o qual relocou todas as teclas de função e as teclas Ctrl. A tecla Esc foi também relocada para o lado oposto do teclado.

Um “IBM PC compatível” pode ter um teclado que não reconheça todas as combinações possíveis num verdadeiro IBM PC (por exemplo, teclas de cursor com SHIFT). Em acréscimo, fornecedores de “compatíveis” algumas vezes usavam interfaces de teclado proprietárias, impedindo que o usuário substituísse a peça pela de outro fabricante.


Conjunto de caracteres

O IBM PC original utilizava o alfabeto ASCII de 7 bits como base, mas o extendia para 8 bits com códigos de caracteres não-padrões. Este conjunto de caracteres não era adequado para algumas aplicações internacionais, e logo uma verdadeira indústria caseira surgiu, provendo versões do conjunto original de caracteres em diversas variantes nacionais. Na tradição da IBM, estas variantes foram chamadas de páginas de código. Estes códigos são agora obsoletos, tendo sido substituídos por formas mais sistemáticas e padronizadas de codificação de caracteres, tais como o ISO 8859-1, Windows-1251 e Unicode.

O conjunto original de caracteres do IBM PC era o seguinte:

-0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7 -8 -9 -A -B -C -D -E -F
0- ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ¤ 0-
1- ? ? ? ? § ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 1-
2- ! # $ % & ( ) * + , - . / 2-
3- 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 : ; < = > ? 3-
4- @ A B C D E F G H I J K L M N O 4-
5- P Q R S T U V W X Y Z [ \ ] ^ _ 5-
6- ` a b c d e f g h i j k l m n o 6-
7- p q r s t u v w x y z { } ~ ¦ 7-
8- Ç ü é â ä à å ç ê ë è ï î ì Ä Å 8-
9- É æ Æ ô ö ò û ù ÿ Ö Ü ¢ £ ¥ P ƒ 9-
A- á í ó ú ñ Ñ ª º ¿ ¬ ¬ ½ ¼ ¡ « » A-
B- ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ + + ¦ ¦ + + + + + B-
C- + - - + - + ¦ ¦ + + - - ¦ - + - C-
D- - - - + + + + + + + + ¦ _ ¦ ¦ ¯ D-
E- a ß G p S s µ t F T O d 8 f e n E-
F- = ± = = ( ) ÷ ˜ ° · · v n ² ¦ F-
-0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7 -8 -9 -A -B -C -D -E -F


Mídia de armazenamento

Oficialmente, o meio padrão de armazenamento do modelo IBM PC original era um gravador de cassetes. Tecnologicamente obsoleto, mesmo pelos padrões de 1981, foi raramente usado e poucos (se algum) IBM PC saíram da fábrica sem um acionador de disquetes instalado. O PC de 1981 tinha um ou dois “drives” de disquetes de 5 1/4″ com 180 Kb, face simples e dupla densidade; os XT geralmente tinham um drive com 360 Kb de face dupla, ao lado do disco rígido.

O primeiro IBM PC que incluiu um disco rígido fixo, não removível, foi o XT. Discos rígidos para compatíveis IBM logo tornaram-se disponíveis com capacidades de armazenamento cada vez mais altas. Se um disco rígido era acrescentado e não era compatível com a placa controladora existente, uma nova placa controladora tinha de ser adicionada; alguns HDs já vinham integrados à sua própria controladora, numa única placa de expansão.

Em 1984, a IBM introduziu o disquete de 5 1/4″ com 1,2 Mb, dupla face, no seu modelo AT. Embora tenha sido usado com freqüência como mídia de “backup”, o disquete de alta densidade não foi usado tão freqüentemente como mídia para troca de dados. Em 1986, a IBM apresentou o disquete de 3 1/2″ com 720 Kb, dupla densidade, no seu laptop Convertible. A versão de 1,44 Mb (alta densidade), ainda em uso nos dias de hoje, foi introduzida com a linha PS/2. Estes “drives” de 3 1/2″ teoricamente podiam funcionar em máquinas antigas, embora isso d