Laptop info

November 30, 2007

Laptop | Osciloscópio

Filed under: Uncategorized — admin @ 9:56 pm

[[Imagem:Oscilloscope.jpg|222px|right|thumb|Um osciloscópio analógico portátil modelo Tektronix 475A, um instrumento típico nos anos 70. Este instrumento dual-trace tem uma banda vertical de 250 MHz, uma sensibilidade vertical máxima de 5 mV por divisão, e a velocidade de varredura horizontal máxima (unmagnified) de 10 ns por divisão.]]

O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um “ponto” que periodicamente “varre” a tela da esquerda para a direita.

Contents


Características e usos


Exemplos de usos

250px|right|thumb|Ponta de prova de um osciloscópio

O uso clássico de um osciloscópio é diagnosticar uma peça defeituosa em um equipamento eletrônico. Em um rádio, por exemplo, se olha no esquema elétrico do aparelho e se localizam as conexões entre os estágios (como mixer eletrônico, osciladores eletrônicos, amplificadores).

Então o terra do osciloscópio é ligado ao terra do circuito, e a ponta de prova é colocada na conexão entre dois estágios no meio do circuito.

Quando o sinal esperado está ausente, se sabe que algum estágio precedente do circuito está defeituoso. Como a maioria das falhas ocorre por causa de um único componente defeituoso, cada medida pode provar que metade do estágio de uma peça complexa está funcionando corretamente, ou seja, que não é a causa do defeito.

Uma vez que o estágio defeituoso é encontrado, testes mais específicos deste estágio podem geralmente mostrar a um profissional experiente qual componente está com defeito. Uma vez que este componente é substituído, a unidade pode voltar à operação, ou ao menos o próximo defeito pode ser procurado.

Outro uso possível é a checagem de um circuito novo. Muito frequentemente circuitos novos se comportam abaixo do esperado devido aos níveis de tensão errados, ruído elétrico ou erros no projeto. Os circuitos digitais geralmente operam a partir de um oscilador (clock), então um osciloscópio de traço duplo (dual-trace) é necessário para verificar circuitos digitais. Osciloscópios com “armazenamento” são muitos úteis para “capturar” efeitos eletrônicos raros que podem levar a uma operação defeituosa.

Outro uso é para engenheiros de software que programam circuitos eletrônicos. Muitas vezes o osciloscópio é a única maneira de ver se o software está rodando corretamente. Para essa aplicação existe, no entanto, um equipamento mais apropriado, o analisador lógico, uma espécie de osciloscópio digital que permite a leitura de dezenas de canais simultaneamente.


Descrição

left|222px|

Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel.

Para ajudar na medidas, uma grade chamada graticule ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma divisão. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado ponta de prova para osciloscópio é usado.

Em seu modo mais simples, o osciloscópio desenha repetidamente uma linha horizontal chamada de traço através do meio da tela da esquerda para a direita. Um dos controles, o timebase control (controle da base de tempo), determina a velocidade com que a linha é desenhada, e é calibrado em segundos por divisão.

Se a tensão de entrada difere do zero, o traço pode ser defletido tanto para cima quanto para baixo. Outro controle, o vertical control (controle vertical), determina a escala da deflexão vertical, e é calibrado em volts por divisão. O traço resultante é um gráfico da voltagem em função do tempo.

Se o sinal de entrada é periódico, então um traço relativamente estável pode ser obtido apenas ajustando a base de tempo (timebase) de acordo com a frequência do sinal de entrada. Por exemplo, se o sinal é uma onda seno com frequência igual a 50 Hz, então seu período é de 20 ms, então a base de tempo (timebase) deve ser ajustada de modo que o tempo entre a passagens sucessivas seja de 20 ms. Este modo é chamado de continual sweep (varredura contínua). Infelizmente, a base de tempo dos osciloscópios não é perfeitamente precisa, e a frequência do sinal não é perfeitamente estável, então o traço pode se mover pela tela, dificultando as medidas.

Para prover um traço mais estável, os osciloscópios modernos tem uma função chamada trigger (desencadear ou disparar). Quando o triggering é utilizado, o instrumento irá parar cada vez que a varredura chegue no extremo direito da tela e retornar de volta ao lado esquerdo da tela. O osciloscópio então aguarda um evento específico antes de começar a desenhar o próximo traço. O evento de trigger (disparo) é comumente acionado quando a forma de onda da entrada atinge uma tensão em uma direção específica (tensão crescente ou decrescente) determinada pelo usuário.

Este recurso ressincroniza a base de tempo ao sinal de entrada, impedindo o deslizamento horizontal do traço. Desta forma, o trigger permite a visualização de sinais periódicos tais como ondas quadradas e ondas seno.
O circuito de Trigger também permite a visualização de sinais não-periódicos, tais como pulsos que não se repetem em uma taxa fixa.

Os Tipos de trigger incluem:

  • trigger externo, um pulso de uma fonte externa conectada a uma entrada dedicada do osciloscópio.
  • trigger de borda, um detector de borda que gera um pulso quando o sinal passa de uma tensão limiar especificada em uma direção específica.
  • video trigger, um circuito que extrai pulsos sincronizantes de formatos de vídeo tais como PAL e NTSC e disparam a base de tempo em todas as linhas, em uma linha específica, em todos os campos, ou em um quadro. Este circuito é tipicamente encontrado dos dispositivos monitores de forma de onda.
  • trigger por atraso, aguarda um tempo específico após passar por uma tensão limiar antes de começar a varredura. Nenhum circuito de trigger funciona instantaneamente, sempre ocorre um pequeno atraso, porém um circuito de trigger por atraso estende este valor até um intervalo conhecido e ajustável. Deste modo, o operador pode examinar um pulso particular em um longo grupo de pulsos.

A maioria dos osciloscópios também permitem que você tire a base de tempo e a insira um sinal no amplificador horizontal. Isto é chamado de modo X-Y, e é útil para ver a relação de fase entre dois sinais, o que é comum em análise de rádio e televisão.
Quando os dois sinais são senóides de frequência e fases variáveis, o traço resultante é chamado de curva de Lissajous.

Alguns osciloscópios possuem cursores, que são linhas que podem ser movidas sobre a tela para medir o intervalo de tempo entre dois pontos, o a diferença entre duas tensões.

Muitos osciloscópios possuem um ou mais canais de entrada, permitindo que eles mostrem mais de um sinal na tela.
Geralmente o osciloscópio tem um conjunto de controles verticais para cada canal, porém apenas um sistema de trigger e base de tempo.

Um osciloscópio dual-timebase (base de tempo duplo) possui dois sistemas de trigger de modo que dois sinais possam ser vistos em diferentes eixos de tempo. Isto também é chamado de modo “magnificação”. O usuário mantém um sinal complexo desejado usando uma configuração de trigger compatível. Então ele permite a “magnificação”, “zoom” ou “base de tempo dupla”, e pode mover uma janela para observar os detalhes do sinal complexo.

Algumas vezes o evento que o usuário deseja ver pode ocorrer apenas ocasionalmente. Para capturar estes eventos, alguns osciloscópios são “storage scopes” (osciloscópios de armazenamento) que preservam o sinal mais recente na tela.

Alguns osciloscópios digitais podem fazer a varredura a velocidades baixas como uma vez por hora, emulando um gravador em papel de tira. Isto é, o sinal passa pela tela da direita para a esquerda. A maioria dos osciloscópios mais sofisticados mudam do modo de varredura para o modo de escrita em tira com cerca de uma varredura a cada dez segundos. Isto ocorre porque caso contrário, o osciloscópio iria aparentar estar quebrado: está coletando informações, porém o ponto não pode ser visto na tela.


Conselhos para uso

O problema mais típico encontrado quando se utiliza um osciloscópio não familiar é que o traço não está visível.

Muitos osciloscópios mais recentes possuem “opções de reset” ou um botão “auto set up”.
Utilize-o caso haja confusão. Alguns instrumentos possuem um botão “beamfinder”. Ele limita o tamanho do traço de modo que ele irá aparecer na tela.

Outra razão para a “perda” do traço é um ajuste de luminosidade (brightness) muito baixo. Todos os osciloscópios possuem um ajuste de luminosidade que serve para tornar o traço visível tanto em varreduras lentas como nas mais rápidas. Um ajuste muito tenue pode tornar o traço pouco visível. um ajuste muito intenso pode deixar o sinal borrado. Alguns osciloscópios possuem um ajuste de foco que permite ajustar a espessura do traço.

Verifique que primeiro você configure as opções de canal para acoplamento “DC”, com trigger automático.
Aumente o valor do volts per division (volts por divisão) do canal (efetivamente diminuindo a Altura da linha) até a linha aparecer.
Configure o time per division (tempo por divisão) próximo da velocidade do evento desejado, e então ajuste o volts per division até o evento aparecer em um tamanho útil.

Os osciloscópios comumente possuem uma saída de teste que pode ser medida para se asseguram que um canal e sua ponta de prova estejam funcionando.
Quando se utiliza um osciloscópio não familiar, é recomendado medir a este sinal primeiro.

A capacitância do fio na ponta de prova pode fazer com que o osciloscópio mostre imprecisamente sinais de alta velocidade.
Se o sinal parece distorcido, ou seja se ele mostrar pontas ou elevações estranhas, a capacitância da pronta de prova deve ser ajustada. Muitas destas (como as com atenuação de 10x) tem um pequeno parafuso de ajuste para a capacitância. A maioria dos osciloscópio provê uma saída de teste que produz uma onda quadrada para o ajuste da ponta. O ajuste deve ser feito de modo que as bordas da onda pareçam um quadrado, sem excessos nem arredondamento.

A largura de banda das pontas de teste devem ser iguais ou exceder à largura de banda dos amplificadores de entrada do osciloscópio.

Em geral, a conexão de terra do osciloscópio deve ser ligada ao terra do circuito que está sendo analisado. A maioria dos osciloscópios possuem um conector de terra em sua saída. Para medir precisamente sinais de alta frequência, o cabo de terra deve ser o mais curto possível; para frequências acima de 100 MHz, o conector embutido terra deve ser removido e substituído por um pequeno pino de terra que sai do anel de terra na ponta da prova.

Se o osciloscópio possui uma conexão com o terra das linhas de alimentação, e provável que o pino de terra também esteja ligado ao terra (através do chassi do osciloscópio). Se o circuito em teste também tem sua referência com o terra das linhas de alimentação, então conectar o pino de terra a qualquer sinal teria o mesmo efeito de um curto-circuito ao terra, podendo causar danos ao circuito em teste ou ao próprio osciloscópio. Isto pode ser evitado alimentando-se o osciloscópio através de um transformador de isolação.

Existem dois acoplamentos possível no canal de entrada:

“AC” coupling (acoplamento AC) bloqueia qualquer DC (corrente continua) no sinal. Isto é útil quando se mede um pequeno sinal em um offset DC. Note que o modo de acoplamento a AC é feito se adicionando um capacitor internamente, que, apesar de ter um valor alto, pode afetar o modo como os sinais de baixa frequência irão aparecer.

“DC” coupling (acoplamento DC) usado quando se mede uma tensão contínua, não bloqueia nenhum sinal.

Verifique se você está ajustando o trigger do canal correto. Ajuste o trigger delay para zero.
Ajuste o nível de trigger até o evento desejado.
Após tudo, ajuste do trigger delay até a característica desejada do sinal aparecer.

As pontas de prova do osciloscópio são relativamente caras e frágeis. Para reduzir a capacitância, o condutor no cabo de prova é algumas vezes mais fino que um fio de cabelo humano. A “caneta” plástica da ponta é muitas vezes fácil de se quebrar. Deve-se evitar deixar a ponta de prova em algum local em que ela possa ser pisada.


Seleção

Os osciloscópios geralmente possuem uma lista das características acima. A medida básica é a largura de banda de seus amplificadores verticais. Os osciloscópios típicos para propósito geral devem possuir uma largura de banda de no mínimo 100 MHz, apesar de larguras de bandas muito menores serem aceitáveis para aplicações em frequências na faixa de áudio.
Uma taxa de varredura útil pode ser de um segundo a 100 nanosegundos, com triggering e varredura com atraso.
Para trabalhar com sinais digitais, dois canais são necessários, e um instrumento com uma taxa de varredura de no mínimo 1/5 da frequência máxima do sistema digital é recomendada.

O benefício principal de um osciloscópio de qualidade é a boa qualidade do circuito de trigger.
Se o trigger for instável, o display sempre será um pouco confuso.
A qualidade melhora enormemente conforme a frequência de resposta e a estabilidade da tensão do trigger aumentam.

Os osciloscópios de armazenamento digital costumavam mostrar sinais quebrados devido às baixas taxas de armazenamento, porém este problema hoje em dia é muito mais raro devido ao aumento no tamanho das memórias.

Até o ano de 2004, um osciloscópio dual-channel, com armazenamento, de 150MHz, novo custava cerca de US$1.200, sendo considerado muito bom para o uso geral. A maior largura da banda obtida até o ano de 2005 é a da família de osciloscópios Tektronix TDS6000C com uma banda digitalmente melhorada de até 15 GHz e custando cerca de US$150.000.


Como funciona


Osciloscópio de raios catódicos (CRO)

O mais novo e mais simples tipo de osciloscópio consiste num tubo de raios catódicos, um amplificador vertical, uma base de tempo, um amplificador horizontal e uma fonte de alimentação. Estes são chamados de osciloscópios ‘analógicos’ para serem distinguidos dos osciloscópios ‘digitais’ que se tornaram relativamente comuns nos anos 90 e 2000.

Antes da introdução do tubo de raios catódicos (CRO) nesta forma atual, o mesmo já vinha sendo utilizado em outros instrumentos de medição.
O tubo de raios catódicos é uma estrutura de vidro com vácuo no seu interior, similar aos tubos de televisões a preto e branco, que possuem uma face plana coberta com um material fosforescente (o fósforo).
A tela possui tipicamente menos de 20 cm de diâmetro, sendo muito menos do que as telas da maioria das televisões.

A parte no pescoço do tubo é o acelerador de elétrons, que é uma placa de metal aquecida com uma malha de fios (o grid) na sua frente. Um pequeno potencial de grid é usado para bloquear os elétrons de serem acelerados quando o raio precisa ser desligado, como durante o retorno do varrimento ou quando nenhum evento de trigger (disparo de evento) ocorre. É aplicada uma diferença de potencial de, no mínimo, algumas centenas de volts para fazer com que a placa aquecida (o cátodo) fique carregado negativamente com relação às placas de deflexão. Para osciloscópios com uma largura de banda maior, onde o traço pode mover-se mais rapidamente através da tela, é tipicamente utilizada uma tensão de aceleração pós-deflexão de mais de 10 000 volts, aumentando a velocidade com que os elétrons atingem o fósforo. A energia cinética dos elétrons é então convertida pelo fósforo em luz visível no ponto do impacto. É através da variação dessa tensão que se obtém o ajuste de luminosidade.

Quando ligado, um tubo de raios catódicos (CRT) normalmente mostra um único ponto brilhante no centro da tela, porém este ponto pode ser movido eletrostaticamente ou magneticamente. O CRT de um osciloscópio utiliza a deflexão eletrostática.

Entre o acelerador de elétrons e a tela existem dois pares de placas metálicas opostos chamados de placas de deflexão. O amplificador vertical gera um diferença de potencial através de um par de placas, gerando um campo elétrico vertical, através do qual o raio de elétrons passa; quando os diferenciais das placas são os mesmos, o raio não é defletido.
Quando a placa superior é positiva com relação à inferior, o raio é defletido para cima; quando o campo é invertido, o raio é defletido para baixo. O amplificador horizontal realiza uma função semelhante com os pares de placas de deflexão horizontais, fazendo com que o raio se mova para a direita ou para a esquerda.
Este sistema de deflexão é chamado de deflexão eletrostática, e é diferente do sistema de deflexão eletromagnética utilizado nos tubos das televisões.
Em comparação à deflexão magnética, a deflexão eletrostática pode seguir mudanças aleatórias no potencial, porém, é limitada a ângulos de deflexão pequenos.

A base de tempo é um circuito eletrônico que gera uma tensão de rampa. Esta é uma tensão que muda continuamente e linearmente no tempo. Quando ela atinge um valor pré-definido a rampa é reiniciada, com a tensão retornando ao seu valor inicial. Quando um evento de trigger é reconhecido o reset é ativado, permitindo que a rampa volte ao seu estado inicial e cresça novamente.
A tensão da base de tempo geralmente controla o amplificador horizontal. O seu efeito é a varredura do raio de elétrons a uma velocidade constante da esquerda para a direita através da tela, e então retornando o raio rapidamente para a esquerda para iniciar a próxima varredura.
A base de tempo pode ser ajustada para o período do sinal medido.

Desse modo, o amplificador vertical é controlado por uma tensão externa (a entrada vertical) que é tirada do circuito que está sendo medido. O amplificador possui uma impedância de entrada muito alta, de tipicamente um megaohm, de modo que ele consome apenas uma pequena corrente da fonte do sinal.

O amplificador controla a deflexão causada pelas placas verticais com uma tensão que é proporcional à entrada vertical.
O ganho do amplificador vertical pode ser regulado para se ajustar à amplitude da tensão de entrada. Uma tensão positiva de entrada move o raio para cima, e uma tensão negativa o move para baixo, de modo que a deflexão vertical do ponto mostra o valor da diferença de potencial da entrada.
A resposta deste sistema é muito mais rápida do que a de sistemas de medição mecânicos como os multímetros, onde a inércia do ponteiro atrasa a sua resposta para a entrada.

Quando todos estes componente trabalham simultaneamente, o resultado é um traço brilhante na tela que representa um gráfico da tensão em função do tempo. A tensão está representada pelo eixo vertical, e o tempo no horizontal.

Observar sinais de alta velocidade é difícil utilizando um osciloscópio de raios catódicos convencional, especialmente se os sinais não forem repetitivos, muitas vezes necessitando que o ambiente seja escurecido ou que uma capa especial seja colocada sobre a tela do tubo. Para auxiliar na visualização de tais tipos de sinal, utilizam-se osciloscópios especiais com tecnologia de visão noturna, utilizando uma placa com microcanais na fase do tubo para amplificar sinais de baixa intensidade de luz.

[[Imagem:Tektronix C-5A camera.jpg|thumb|right|Câmera de osciloscópios da Tektronix® Modelo C-5A com pacote de filmes Polaroid instantâneos atrás.]]

Apesar de um osciloscópio de raios catódicos permitir que os sinais sejam vistos na sua forma elementar, não possui nenhum meio de gravar este sinal em papel para o propósito de documentação. Posteriormente, câmeras especiais para osciloscópios foram desenvolvidas para poderem fotografar a tela diretamente. A câmeras mais novas utilizavam filmes de rolo ou em chapas, enquanto nos anos 70 as câmeras instantâneas Polaroid® se tornaram populares.

A maioria dos osciloscópios multi-canais não possuem múltiplos raios de elétrons. Em contrapartida, eles mostram apenas um ponto por vez, porém alternam este entre os valores de um canal e outro, ou alternam as varreduras (modo ALT) ou várias vezes por varredura (modo CHOP). Muito poucos osciloscópios de raio duplo foram construídos; nestes, o acelerador de elétrons forma dois raios de elétrons e existem dois pares de placas de deflexão vertical e um conjunto comum da placas de deflexão horizontal.

O amplificador vertical e o controle da base de tempo são calibrados para mostrar a distância vertical na tela que corresponde a uma certa diferença de potencial, e a distância horizontal, que corresponde a um certo intervalo de tempo.

A fonte de alimentação é um componente importante do osciloscópio que provê baixas tensões para alimentar o aquecedor do catodo no tubo e os amplificadores vertical e horizontal. São necessárias altas tensões para controlar as placas de deflexão eletrostática. Estas tensões devem ser muito estáveis, já que qualquer variação causaria erros no posicionamento e brilho do traço.

Os osciloscópios analógicos mais recentes adicionaram processamento digital ao projeto padrão. A mesma arquitetura básica - tubo de raios catódicos, amplificadores vertical e horizontal - foi mantida, embora o raio de elétrons seja controlado por um circuito digital que permite mostrar gráficos e textos juntos com as formas de onda analógicas. As capacidades extra deste sistema incluem:

  • demonstração na tela das configurações do amplificador e da base de tempo;
  • cursores de tensão - linhas horizontais ajustáveis com demonstração de tensão;
  • cursores de tempo - linhas verticais ajustáveis com demonstração de tempo;
  • menus na tela para configuração do trigger e outra funções.


Osciloscópios analógicos com armazenamento

Uma capacidade extra disponível em alguns osciloscópios analógicos é chamada de ‘armazenamento’.
Esta permite que a imagem do traço que normalmente decai em uma fração de segundo permaneça na tala por vários minutos ou mais tempo. Um circuito elétrico então pode ser deliberadamente ativado para armazenar e apagar o traço da tela.

O armazenamento é realizado utilizando o princípio da emissão secundária. Quando o raio de elétrons de escrita ordinário passa sobre um ponto na superfície de fósforo, ele não apenas faz o fósforo se iluminar momentaneamente, além disso a energia cinética do elétron atinge elétrons livres da superfície de fósforo. Isto pode deixar uma rede de cargas positivas. Os osciloscópios com armazenamento provêem um ou mais aceleradores de elétrons, (chamados de “flood guns”) que produzem um fluxo de elétrons de baixa energia que percorre toda a tela de fósforo. Os elétrons da flood gun são desenhados mais nitidamente nas áreas da tela de fósforo onde o acelerador de elétrons deixou uma rede de cargas positivas: desta forma, os elétrons das flood guns re-iluminam o fósforo nas áreas carregadas positivamente da tela.

Se a energia dos elétrons da flood gun estiver corretamente balanceada, cada elétron liberado pela flood gun atinge um elétron secundário da tela de fósforo, assim preservando a rede de cargas positivas nas áreas iluminadas de tela de fósforo. Desta forma, a imagem originalmente feita pelo raio de escrita pode ser mantida por um longo tempo. Eventualmente, pequenos desbalanceamentos na taxa de emissão secundária podem fazer com que a tela inteira seja alimentada positivamente (se ilumine) ou que se alimente negativamente (apagando a imagem). São estes desbalanceamentos que limitam o tempo máximo de armazenamento possível.

Alguns osciloscópios utilizam uma forma de armazenamento estritamente binária (on/off) conhecida como “armazenamento biestável”. Outros permitem uma série constante de ciclos de limpeza curtos e incompletos que criam a impressão de um fósforo com “persistência variável”. Certos osciloscópios também permitem o desligamento parcial ou total das flood guns, permitindo a preservação (invisível) da imagem armazenada para posterior vizualisação. (A alimentação positiva ou negativa ocorre somente quando as flood guns estão ligadas (”on”), com as flood guns desligadas, apenas os defeitos nas cargas podem degradar a imagem armazenada).


Osciloscópios com armazenamento digital

O osciloscópio com armazenamento digital (DSO) é atualmente o tipo preferido da maioria da aplicações industriais, apesar de osciloscópios análogicos CRO simples ainda serem utilizados por hobbistas. O osciloscópio digital substitui o método utilizado no osciloscópio de armazenamento analógico por uma memória digital, que é capaz de armazenar as informações por quanto tempo forem necessárias sem degradação. Isto também permite um processamento complexo do sinal por circuitos de processamento de sinal digital de altas velocidades.

A entrada vertical, ao invés de controlar o amplificador vertical, é digitalizado por um conversor analógico-digital para criar um conjunto de informações que é armazenado na memória de um microprocessador.

O conjunto de informações é processado e então enviado para a tela, que nos osciloscópios mais antigos era um tubo de raios catódicos, porém atualmente pode ser também um LCD. Osciloscópios com o LCD colorido são comuns. O conjunto de dados pode ser enviado através de uma LAN ou WAN para processamento ou arquivamento. A imagem da tela pode ser diretamente gravada no papel através de uma impressora ou plotter, sem a necessidade de uma câmera para osciloscópios. O próprio software de análise de sinal pode extrair muitas características úteis como tempo de subida, largura de pulso e amplitude, espectros de frequência, histogramas e estatísticas, mapas de persistência, e um grande número de parâmetros úteis para profissionais de campos especializados como as telecomunicações, análises de drives de disco e eletrônica de potência.


Osciloscópio baseado em computador

Apesar de a maioria das pessoas pensarem no osciloscópio como um instrumento dentro de uma caixa, um novo tipo de “osciloscópio” está surgindo, o qual consiste de um conversor analógico-digital externo (algumas vezes com sua própria memória ou com habilidade de processamento de dados) conectado a um PC que provê o display, interface de controle, armazenamento em disco, rede e muitas vezes a alimentação elétrica. A viabilidade destes Osciloscópio baseados em PC esta no seu uso comum e no baixo custo dos PCs padrão. Isto torna o instrumento particularmente prático para o mercado educacional, onde os PCs são comuns porém os investimentos em equipamentos são comumente baixos.

As vantagens dos osciloscópios baseados em PC incluem:

  • Custo reduzido (considerando que o usuário já possua um PC).
  • Fácil exportação de dados para softwares comuns do PC como processadores de texto e planilhas.
  • Habilidade de controlar o instrumento através de um programa no PC.
  • Uso das funções de rede e armazenamento do computador, que aumentam o custo em um osciloscópio comum.
  • Portabilidade mais fácil quando utilizado em uma laptop.

Este tipo de instrumento também possui desvantagens, entre elas:

  • Necessidade de instalar o software no PC.
  • Tempo levado pelo boot do PC, quando comparado ao tempo praticamente instantâneo de início de atividades de um osciloscópio padrão (apesar de alguns osciloscópios modernos serem PCs ou máquinas similares).
  • Portabilidade reduzida em uma desktop.
  • O inconveniente de usar parte da tela do PC como display do osciloscópio.


Alternativas ao osciloscópio

Existe uma alternativa prática ao osciloscópio que pode ser útil em muitas necessidades, e algumas vezes superior em reparo de rádio, que é ouvir os sinais.

O plano básico é mixar (multiplicar) uma frequência intermediária com o sinal, e então amplificar e ouvir o resultado em um alto-falante. Em outras palavras, se utiliza a modulação em amplitude para inserir o sinal na banda de áudio. (portanto para frequências de aúdio não é necessária modulação)

Com os circuitos de estado sólido modernos, tal tipo de equipamento é barato e poder ser alimentado por uma pequena bateria.

Este sistema de diagnóstico foi muito usado quando o rádio estava no princípio de seu desenvolvimento, e ainda é utilizado na Ásia, e por alguns operadores de rádio amador. Na União Soviética, o instrumento para diagnóstico de rádios combinava um multímetro com um oscilador, um mixer de frequência e um amplificador de áudio para realizar este trabalho.


Osciloscópios na cultura popular

Nos anos 50 e 60, os osciloscópios eram frequentemente utilizados em filmes e programas de televisão para representar equipamento científico e técnico genérico, O programa da TV norte-americana de 1963 The Outer Limits usava uma imagem de um osciloscópio em seus créditos de abertura (”There is nothing wrong with your television set….“) enquanto o filme mostrava um osciloscópio Tektronix RM503 montado em um rack.


==

  • Amplificador
  • Corrente elétrica
  • Circuito
  • Eletrocardiograma
  • Voltímetro


  • Curso de osciloscópio
  • Osciloscópio: princípio de funcionamento
  • Oscillograph 1911 Encyclopedia.
  • Oscilloscope Tutorial
  • Description of the types of oscilloscope that are available
  • The Cathode Ray Tube site
  • Oscilloscope FAQ

Funcionalidades dedicadas ao Tablet | LMule

Filed under: Uncategorized — admin @ 7:32 pm

lMule foi um projecto iniciado em 2003, para desenvolver um cliente de eDonkey igual ao eMule para Linux. Aplicações alternativas eram nessa altura por linha de comandos, enquanto o LMule era semelhante ao eMule no aspecto gráfico e funcionalidades.

Como acontece muitas vezes em projectos open source, alguns colaboradores divergem dos outros, no qual originou-se a separação do projecto(fork), para a criação do xMule e a partir deste o aMule.


  • aMule
  • xMule
  • eDonkey
  • eMule (Windows)


==

  • LMule, página do projecto.

O Windows XP Tablet | Windows 2.0

Filed under: Uncategorized — admin @ 6:03 pm

O Windows 2.0 foi um sistema operacional da Microsoft distribuído com o software para scanners da Hewlett-Packard. Era usado em plataformas Intel, com um sistema de reconhecimento de caracter. Foi lançado em 1 de Novembro de 1987 e substituído, posteriormente, pelo Windows 3.0 em 1990. Ele era apresentado em 8 disquetes de alta densidade de 5,25″ de 360 KB cada um. O Windows 2.0 praticamente tem a mesma interface do Windows 1.0, com a diferença de ter mais recursos, ferramentas e cores. Os computadores daquela época eram ainda muito lentos quando estes utilizavam uma interface gráfica de boa qualidade. Permite a sobreposição de janelas e estas podem maximizar e minimizar. Existe a versão Windows 2.0/386, otimizada para microprocessadores 386 e similares.

Em 27 de Maio de 1988, foi lançado o Windows 2.1, que era apresentado em 7 disquetes de alta densidade de 3,5″ de 720 KB cada um, e ele era nada mais do que o Windows 2.0 reformulado.

Existem duas versões especiais do Windows 2.1:

  • Windows 2.1/286 foi lançada para aproveitar todos os recursos dos microprocessadores 286;
  • Windows 2.1/386 foi lançada para aproveitar todo o potencial dos microprocessadores 386.

Existe uma outra versão da família Windows 2.xx, o Windows 2.11, que foi lançada em Março de 1989, com pequenas mudanças em gerenciamento de memória, melhor impressão e drivers Postscript.

Brasileiro. | Palmas (desambiguação)

Filed under: Uncategorized — admin @ 5:10 pm

Palmas pode ser:

  • Palmas, município brasileiro, capital do estado do Tocantins;
  • Palmas, município brasileiro do estado do Paraná;
  • Questão de Palmas (ou das Missões), em Relações Internacionais do Brasil.
  • Las Palmas de Gran Canaria, um município espanhol nas Ilhas Canárias.
  • Palmas Futebol e Regatas, um clube brasileiro de futebol.

Laptop | S-VIDEO

Filed under: Uncategorized — admin @ 4:05 pm

S-Video é a abreviatura de Separate Video, que quer dizer video separado, também é conhecido como Y/C(ou erroneamente, de S-VHS ou Super-video) sinal de video analógico’ que carrega dados de video com dois sinais separados(brilho e cor), diferente do video composto que carrega o sinal inteireiro em um pacote. S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i.

Contents


Visão geral

Os sinais de Luminância (Y; greyscale) e a informação modulada da Crominância (C; colour) são transmitidos em pares separados, porém são sincronizados.

No video composto, o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo, o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário, evitando assim as perdas do sinal de vídeo. Isto aumenta a largura de banda para a informação do Luminância, e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). O indesejado ponto de dot crawl é eliminado. Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do video original, e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto.

Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância), O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de “vídeo componente”, embora seja inferior a eles, qualidade-sábio, being far surpassed by the more complex component video schemes (like RGB).

O que diferencia o S-Vídeo sistemas de video composto “mais elevados” é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC, PAL e SECAM. Assim, para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados, devemos utilizar não somente o sistema S-Vídeo compatível, como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC, PAL e SECAM).


Conector

Today, S-Video signals are generally connected using 4 pin mini-DIN connectors using a 75 ohm termination impedance. Apart from the impedance requirement, these cables are equivalent to regular mini-DIN cables, (like Apple’s ADB); these cables can be used for S-Video transfer if no other cable is available, but picture quality may not be as good.

The mini-DIN pins, being weak, sometimes bend. This can result in the loss of color, or other corruption (or loss) in the signal. A bent pin can be forced back into shape, but this carries the risk of further damage, or even the pin breaking off.

Before the mini-DIN plug became standard, S-Video signals were often carried through different types of plugs. For example, the Commodore 64 home computer of the 1980s, one of the first widely available devices to feature S-Video output, used an 8-pin DIN connector on the computer end and a pair of RCA plugs on the monitor end. The S-Video connector is the most common video-out connector on laptop computers, however many devices with S-Video outputs also have composite outputs.

S-Video can be transferred through SCART connections as well. However, it was not part of the original SCART standard, and not every SCART-compatible device supports it for this reason. Also, S-Video and RGB are mutually exclusive through SCART, due to the S-Video implementation using the pins allocated for RGB. Most SCART-equipped televisions or VCRs (and almost all of the older ones) do not actually support S-Video, resulting in a black-and-white picture if attempted to use, as only the luminance signal portion is used. Black-and-white picture in itself can also be a sign of incompatible colour encoding, for example NTSC material viewed through a PAL-only device.

A hack exists to possibly attain color on devices that do not support S-Video through SCART. This is done via joining the pins 15 and 20 in the SCART connector (either directly or using a 470pF capacitor), and may not yield optimal results.


Especificações


Conector

Número dos Pinos (olhando para o socket):

Atribuição dos Pinos
Pino Nome Função
1 GND Terra (Y)
2 GND Terra (C)
3 C Intensidade (Luminância)
4 Y Cor (Crominância)


Uso

O S-Vídeo é normalmente usado nos EUA, Canadá e Japão, interface encontrada em TVs, tocadores de DVD (DVD players), video cassetes e vídeo-games. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo, onde a padronização é falha, levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade.

O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros.

S-Video não transmite sinal de audio. Portanto, é necessário um conector de audio.

Because it is very simple to convert S-Video to composite signal (just the logical merging of the two through a filter is required) or vice versa, many electronics retailers offer converter adaptors for signal conversion. No conversion will improve image quality, but will allow connecting to otherwise-incompatible devices.


Veja também

  • Audio and video connector
  • S-VHS
  • Conector RCA
  • RF connector
  • S-video monitor
  • mini-DIN

Laptop | Alienware

Filed under: Uncategorized — admin @ 2:38 pm

Alienware é uma fabricante de computadores muito conhecida em uma parte da Europa, nos Estados Unidos e em uma parte da Ásia, subsidiária da Dell Computer Corporation. A companhia, sediada em Miami, Flórida e fundada em 1996 pelo seu atual CEO, Nelson Gonzalez, e COO, Alex Aguila, possue filiais na Alemanha, Inglaterra, Austrália, Canadá entre outros países.

O nome da empresa vem da junção das palavras Alien (extraterrestre) e ware (que em português significa mercadoria), ou seja, mercadoria alien.


AlienGUIse

Os computadores da Alienware vem com um conjunto de Stardock compatível com desktop themes pré-instalados chamado AlienGUIse Desktop Manager. Ele, que atualmente não é compatível com o Windows Vista, pode ser baixado no website da Alien para a melhora do visual do Sistema Windows XP.


Productos

Alienware fabrica computadores de mesa, notebooks, centros de mídia e sistema profissionais de alta performance. Sistemas da Alienware incluem hardware da Intel, AMD, Nvidia, Creative e muitos outros fabricantes de ponta.

A empresa produz ainda CPUs por encomenda, com processadores exclusivos, que usualmente utilizam over clock para obter maiores velocidades de processamento. São famosos ainda por seus baixos preços e por ocasionar grande performance de sistemas operacionais com modificações feitas em hardwares.

A companhia americana foi uma das primeiras a implantar a tecnologia de resfriamento líquido de CPU e também a vender notebooks com o sistema SLI da Nvidia, o qual possibilita a utilização de duas placas de vídeo idênticas para se obter uma maior performance em aplicativos. Ela possui sistemas voltados para uso comercial, pessoal e especialmente para jogos, de onde obtém seu principal reconhecimento.


==

  • Página oficial
  • Alienware Skins para desktop

Toshiba em modo | Amplificador diferencial

Filed under: Uncategorized — admin @ 2:04 pm

Um amplificador diferencial é um tipo de amplificador eletrônico que multiplica a diferença entre duas entradas por um valor constante (o ganho diferencial). Um amplificador diferencial é o estágio de entrada da maioria dos amplificadores operacionais. Dadas duas entradas <math>V_\mathrm{in}^{+}</math> e <math>V_\mathrm{in}^{-}</math>, um amplificador diferencial perfeitamento simétrico no dá uma saída <math>V_\mathrm{out}</math>:

<math>V_\mathrm{out} = A_\mathrm{d}(V_\mathrm{in}^{+} - V_\mathrm{in}^{-})</math>

aonde <math>A_\mathrm{d}</math> é o ganho em de modo diferencial. Amplificadores práticos nunca são perfeitamento simétricos, o que significa que o amplificador produz uma tensão de saída mesmo se as duas entradas tiverem o mesmo potencial (o chamado ganho de modo comum <math>A_\mathrm{c}</math>):

<math>V_\mathrm{out} = A_\mathrm{c}\frac{V_\mathrm{in}^{+} + V_\mathrm{in}^{-}}{2}</math>

A rejeição de modo comum é comumente definida como a razão entra o ganho de modo diferencial e o ganho de modo comum:

<math>\mathrm{CMRR} = \frac{A_\mathrm{d}}{A_\mathrm{c}}</math>

Um amplificador diferencial é uma forma de circuito mais geral do que o amplificado com uma única entrada; pois aterrando uma das entradas do amplificador diferencial, temos como resultado um amplificador de uma saída.

Os amplificadores diferenciais são encontrados em muitos sistemas que utilizam realimentação negativa, aonde uma entrada é utilizada para o sinal de entrada, e a outra para o sinal de realimentação. Uma aplicação comum é o controle de motores ou servomecanismos, assim como para aplicações com amplificação de sinais. Em eletrônica discreta, um modo comum da implementação dos amplificadores diferenciais é a saída longa, que é muito utilizada como o elemento diferencial na maioria dos circuitos integrados de amplificadores operacionais.


  • Amplificador operacional

Edit Ver Também | B in the Mix: The Remixes

Filed under: Uncategorized — admin @ 1:04 pm

B In The Mix: The Remixes é o sexto álbum de Britney Spears, constituído por remixes. No Brasil o disco vendeu mais de 25 mil cópias. Sem nenhum tipo de divulgação o album vendeu muito bem, o que da mais um recorde a cantora, como album que mais vendeu sem divulgação ods últimos 30 anos.

Ao total vendeu 1,8 milhões de cópias no mundo. E atingiu a posição 115 na Billboard.


Lista de Faixas

  1. “Toxic” [Peter Rauhofer Reconstruction Mix Edit] — 6:45
  2. “Me Against the Music” [feat. Madonna] [Justice Remix] — 4:01
  3. “Touch of My Hand” [Bill Hamel Remix] — 5:19
  4. “Breathe on Me” [Jacques Lu Cont’s Thin White Duke Mix] — 3:56
  5. “I’m a Slave 4 U” [Dave Audé Slave Driver Mix] — 5:52
  6. “And Then We Kiss” [Junkie XL Remix] — 4:27
  7. “Everytime” [Valentin Remix] — 3:24
  8. “Early Mornin’” [Jason Nevins Remix] — 3:38
  9. “Someday (I Will Understand)” [Hi-Bias Signature Radio Remix] — 3:46
  10. “…Baby One More Time” [Davidson Ospina 2005 Remix] — 4:37
  11. “Don’t Let Me Be The Last To Know” [Hex Hector Club Mix Edit] — 8:17
  12. “Stronger” [Mac Quayle Mixshow Edit] — 4:48 [versões Japonesa e UK]
  13. “I’m Not a Girl, Not Yet a Woman” [Metro Mix] — 5:26 [versões Japonesa e UK]
  14. “Someday (I Will Understand)” [feat. MCU] [Gota Remix] — 4:42 [versões Japonesa e UK]


Edição iTunes Deluxe

  1. “Toxic” [Peter Rauhofer Reconstruction Mix Radio Edit] — 4:29
  2. “I’m a Slave 4 U” [Dave Audé Slave Driver Extended Mix] — 7:05


Links Externos

  • Site Oficial

Laptop | Creative Zen

Filed under: Uncategorized — admin @ 12:54 pm

Creative Zen é uma gama de leitores de música digital produzida pela Creative Labs. Alguns modelos possuem uma zona sensível ao toque para navegar pelos menus similar à roda clicável do iPod, mas utilizando uma barra vertical em vez de um círculo. São capazes de reproduzir os formatos MP3, WMA, e WAV e são compostos por pequenos discos rígidos em vez de memória Flash, com excepção dos modelos Zen V, Zen V Plus e Zen Neeon.

A Microsoft suporta os leitores Zen, oferecendo-lhes total compatibilidade com o Windows Media Player 10 e marcando-os com o certificado Microsoft PlaysForSure, que lhes confere compatibilidade com o formato de música da Microsoft, o WMA, e que serve de marcação para garantir que certos leitores são compatíveis com lojas de música que também possuam esse certificado. Os leitores Zen são também compatíveis com o Microsoft Outlook para planeamentos diários e para funções de calendário.

Esta gama de leitores de música digital armazena os ficheiros e os metadados numa base de dados interna, ao contrário do sistema de ficheiros utilizado pela maioria dos outros leitores.

Contents


Hardware

Os dispositivos Zen usam um único processador de sinal digital como seu CPU com poucos circuitos periféricos. O CPU trata directamente da descodificação de todos os ficheiros MP3 e WMA sem quaisquer chips aceleradores especiais. Todos os modelos actuais são baseados no processador Texas Instruments TMS320 e algumas das suas variantes. As zonas sensíveis ao toque dos novos modelos são controladas por controladores Synaptics.


Modelos

Actualmente, existem onze modelos principais Zen: o Zen Touch, Zen Micro, Zen MicroPhoto, Creative Zen, Zen Neeon, Zen Vision, Zen Vision:M, Zen V, Zen V Plus, Zen Sleek e Zen Sleek Photo. Existe também um leitor de vídeo portátil chamado Zen Portable Media Center.


Zen Touch

O Creative Zen Touch foi lançado no verão de 2004. Marcou a quarta geração de leitores de MP3 Zen, e representou uma mudança significativa dos modelos Jukebox baseados em discos rígidos de 2,5 polegadas. Incorporou mudanças radicais no design, funcionalidade e tecnologia para competir com o iPod.

Este modelo tem um formato menor que o modelo iPod existente na altura do seu lançamento, um ecrã de retro-iluminação azul e um design industrial curvado. Para além disso, o aparelho usa uma barra vertical sensível ao toque e à pressão na parte da frente para uma navegação facilitada pelos menus e ficheiros. Estas mudanças foram possíveis graças ao uso de um disco rígido de 1,8 polegadas da Toshiba também usado no iPod. O Creative Zen Touch está disponível em versões de 20 GB e 40 GB de capacidade de armazenamento e de 60 GB por parte de actualizações de terceiros.

Ao contrário das duas gerações anteriores, o Zen Touch não tem uma bateria removível. No entanto, e segundo a Creative, a bateria proporciona até 24 horas de reprodução de música a 128 kbit/s.

Uma nova versão do firmware foi lançada depois de um ano, supostamente para resolver muitos problemas que afectavam o leitor. Uma outra actualização foi lançada a Outubro de 2005, versão essa que resolveu todos os grandes problemas que existiam no Zen e que lhe adicionou a compatibilidade Plays For Sure. Isto permitiu a sincronização totalmente automatizada e garantiu que o Zen nunca mais precisaria de drivers para trabalhar no sistema operativo Windows 2000 ou superior.


Zen Micro

O Creative Zen Micro foi lançado em Novembro de 2004 e consiste num leitor de música digital com um minúsculo disco rígido, disponível em 10 cores diferentes.

É muito menor que o Zen Touch e dispõe de uma interface semelhante para a navegação em menus e ficheiros. Tem uma bateria removível que suporta até 12 horas de reprodução contínua de música. Para além disso, o leitor tem um ecrã LCD retro-iluminado, botões e algumas zonas fluorescentes e oferece capacidades de armazenamento de 4GB, 5 GB e 6 GB. Dispõe também de Rádio FM com possibilidade de gravar transmissões, gravador de voz e microfone, pode actuar como disco rígido externo de um computador e pode sincronizar contactos, tarefas e calendários com o Microsoft Outlook.

Como acessórios, o Zen Micro pode ter auscultadores da mesma cor do aparelho, auscultadores sem fios e um controlo remoto.


Zen MicroPhoto

O Zen MicroPhoto, também chamado de Zen Micro Photo, possui as mesmas funcionalidades do seu antecessor Zen Micro, excepto o suporte Audible.com e o facto de possuir um ecrã OLED de 262 144 cores para mostrar imagens. Uma das versões deste modelo tem 8 GB de capacidade de armazenamento e pode alojar milhares de JPEGs ou 4000 músicas, de acordo com a Creative. Ao contrário da bateria de 12 horas de autonomia do Zen Micro, este modelo possui uma de 15 horas de duração. Esta versão está disponível em diversas cores, mas a versão de 4 GB apenas está disponível em preto.

Introduzido no CES (Consumer Electronics Show) 2005, o Zen MicroPhoto ganhou o prémio de “Melhor do CES”. A data de lançamento prevista era a Primavera de 2005, mas acabou por ser lançado apenas no Verão do mesmo ano.


Creative Zen

O leitor Creative Zen foi lançado em Maio de 2005. Tem uma estrutura de magnésio, 20 GB de armazenamento e uma bateria não removível.


Zen Neeon

O Zen Neeon é uma nova adição à família Zen. Tem espaço de armazenamento de 5 GB e uma autonomia de 16 horas ou de 19 horas se já estiver instalada a nova versão do firmware. Possui um ecrã LCD retro-iluminado de 7 cores, Rádio FM e microfone. Não utiliza drivers específicos da Creative, sendo reconhecido como um dispositivo de armazenamento USB.

Em Novembro de 2005, a gama Zen Neeon foi actualizada com uma nova versão de 6 GB e com outras novas versões de memória Flash de 512 MB, 1 GB e 2GB de capacidade de armazenamento.


Zen Vision

O Zen Vision foi lançado em 2005 e desde que surgiu ganhou os mais variados prémios. Suporta reprodução de música (nos formatos WMA, WMA-DRM, MP3 e WAV), vídeo (nos formatos WMV, Motion JPEG, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, DivX 4, DivX 5 e XviD) e visualização de imagens (no formato JPEG). Utiliza um disco rígido de 30 GB e pode ser usado como disco rígido externo para armazenar ficheiros do computador. Vem equipado com um microfone, Rádio FM, calendário e um Organizador.

O Rádio FM mostra a frequência e a força do sinal quando está a ser executado ou quando se encontra a gravar. É também possível sincronizar o leitor com o Microsoft Outlook para manter as informações do aparelho actualizadas.

O leitor tem também um ecrã LCD de 3,7 polegadas de 640 x 480 pixéis de resolução e uma porta de saída de vídeo em PAL ou NTSC. A flexibilidade do leitor é demonstrada pela inclusão de um leitor de cartões de memória CompactFlash que pode ser usado para transferir conteúdos para o aparelho. No entanto, apenas imagens e videos podem ser importados e visualizados. Um asaptador para outros cartões de memória está também disponível como acessório. O Zen Vision suporta também um controlo remoto por Infravermelhos.


Zen Vision:M

O Zen Vision:M foi lançado antes do Natal, em Dezembro de 2005. Como o Zen Vision, mas mais limitado, o Zen Vision:M reproduz música nos formatos WMA, MP3 e WAV, vídeo nos formatos WMV-9, Motion JPEG, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, DivX e XviD, visualiza imagens no formato JPEG, incorpora um Rádio FM com possibilidade de gravar transmissões e possui comandos de voz introduzidos pelo microfone. Saída de sinal de TV é também suportada numa resolução de 640 x 480, embora um cabo vendido à parte seja necessário para desfrutar desta funcionalidade. O leitor incorpora um ecrã LCD de 2,5 polegadas de 320 x 240 pixéis de resolução e 262 144 cores e tem uma autonomia de reprodução de músicas de 14 horas e de reprodução de vídeos de 4 horas. Durante a reprodução de músicas podem também ser mostradas imagens como a capa do álbum da música em questão ou outras imagens. Embora as capas dos álbuns não possam ser redimensionadas, na visualização de imagens é possível fazer-se zoom e rodar as imagens. É também possível utilizar o aparelho como um disco rígido externo.

O leitor está disponível em cinco cores: azul, verde, cor-de-rosa, branco e preto.

Devido à sua popularidade e às suas funcionalidades, o Zen Vision:M já ganhou um grande número de prémios, incluindo o “Melhor da Exposição” e o “Melhor da Categoria” do CES (Consumer Electronics Show) 2006.


Zen V Plus

O Zen V é o novo leitor de música digital de memória Flash da Creative, anunciado em Junho de 2006. Incorpora um ecrã OLED a cores de 128 x 128 pixéis de resolução e está disponível em preto e branco, com os botões a cor-de-laranja na versão de 1 GB e a verde para a versão de 2 GB. A versão de 4 GB só está disponível em preto com os botões a azul. O Zen V Plus tem Rádio FM e reproduz vídeo, mas o Zen V não. Ambos os modelos lêem os formatos MP3, WMA, IMA e ADPCM, para além de imagens e capas de álbuns em JPEG. Também possuem microfone para gravação de voz e uma entrada de line-in. A bateria fornecida confere-lhes autonomia de 15 horas de reprodução de músicas.

De acordo com a Creative, os leitores foram lançados em Julho e Agosto de 2006.


Zen Sleek / Zen Sleek Photo

O Zen Sleek é um descendente do Zen Touch com capacidade de armazenamento de 20 GB, Rádio FM e microfone para gravações. É menor que o Zen Touch e possui uma estrutura de alumínio. Pode ser sincronizado com o Microsoft Outlook para manter actualizado o calendário, os contactos e a lista de tarefas. Também tem um modo de disco rígido USB externo que pode ser usado para armazenar ficheiros do computador. Reproduz ficheiros MP3, WAV e WMA e fornece 20 horas de autonomia.

Utiliza a mesma barra sensível ao toque e à pressão do Zen Touch, mas o botão OK foi removido. Em vez de o usar, o utilizador apenas precisa de dar um pequeno toque na zona adequada para seleccionar o que pretende, da mesma maneira que faria com um rato de um laptop.

O Zen Sleek Photo está também disponível, beneficiando de um ecrã a cores.


Zen Portable Media Center

thumb|250px|Zen Portable Media Center
O Zen Portable Media Center foi lançado em 2004 e lê o formato de vídeo da Microsoft (WMV – Windows Media Video), MP3, WMA e imagens em JPEG. Também suporta outros formatos de vídeo, desde que convertidos para WMV com o software fornecido. Utiliza um disco rígido de 1,8 polegadas da Toshiba e pode ser actualmente actualizado para um de 40 GB ou 80 GB.


==

  • Creative Labs
  • iPod


==

  • Site de Acesso a todos os Leitores de Música Digital Creative
  • Site Oficial do certificado Plays For Sure da Microsoft

Tablet PC | The Root of All Evil?

Filed under: Uncategorized — admin @ 12:49 pm

A raiz de todo o mau? (The Root of All Evil?, em inglês) é um documentário feito para a televisão, escrito e apresentado por Richard Dawkins, que tem como foco demonstrar a prescindibilidade das religiões, evidenciando possíveis vantagens para a humanidade advindas de sua inexistência. O documentário foi exibido pela primeira vez em janeiro de 2006 na televisão inglesa, em dois episódios de 45 minutos cada. O título dado ao documentário não era o preferido por Dawkins, mas foi mantido pela emissora (Channel 4) para criar certa controvérsia.

Contents


Primeiro episódio: Uma ilusão chamada Deus

Em The God Delusion (uma ilusão chamada deus), Dawkins traz à baila algumas das tradições religiosas para compará-las com o método científico, supostamente muito mais eficaz e capaz de nos mostrar a realidade. Dawkins inicia o documentário narrando ao fundo, enquanto imagens de um atentado suicida percorrem a tela: “Há neste mundo aspirantes a assassinos dispostos a matar eu e você, porque são motivados pelo que acreditam ser o mais alto dos ideais”. E segue dizendo: “Este não é só um problema do islamismo, mas é um mal que atinge igualmente o cristianismo e o judaísmo, o processo de não-pensar, chamado fé”.


Lourdes

Dawkins visita o santuário de Lourdes no sul da França, e se junta a uma multidão de romeiros em procissão. Dawkins afirma que é a mesma ilusão o que junta todos ali, e é exatamente este enorme senso de solidariedade que continua a guiá-los a uma mentira: a cura pela fé. Os peregrinos católicos acreditam que podem se curar dalguma doença tocando ou bebendo a água da nascente de Lourdes, mas Dawkins adverte que o mais provável é que, no meio de toda aquela multidão, o máximo que alguém vá alcançar é um resfriado.

Dawkins então questiona o padre Liam Griffin a respeito dos milagres de Lourdes, que segundo a igreja têm acontecido freqüentemente. O padre Griffin diz que há 66 milagres reconhecidos e outras duas mil curas que nunca foram explicadas (sendo que cerca de 80 mil peregrinos visitam o santuário todo ano), e mais milhões de “curas espirituais”. Dawkins permanece cético e questiona tais números, e aponta depois que ninguém nunca reportou o miraculoso re-crescimento de uma perna amputada. Em vez disso, afirma que as curas invariavelmente compreendem aflições que teriam melhorado de qualquer forma ..


Fé versus Ciência

Dawkins continua sua comparação entre fé e ciência. A ciência, de acordo com ele, é um processo incessante de acertos e erros, em busca duma melhor teoria. A fé, ao contrário, prende-se a verdades inquestionáveis, mesmo à sombra duma evidência científica incontestável. Um exemplo de fé que contraria a lógica é a doutrina da infalibilidade papal que revelou a assunção de Maria em 1950, baseada não em fatos, mas na tradição. Dawkins argumenta que um fato não se torna mais verdadeiro ou falso do que era no início se passado de geração em geração por centenas de anos. E em busca de um exemplo da primazia da ciência sobre a fé, relata um acontecimento de sua época de estudante, quando um visitante desbancou uma teoria de um vetusto professor de sua universidade. O professor, admitindo que estava errado, agradeceu o visitante: “Meu caro colega, desejo agradecer-lhe, estive errado por todos estes anos”.

Por fim, Dawkins evoca a teoria da evolução, de Charles Darwin, algo de imensa significação para ele, em oposição à teoria do design inteligente. Ao pé de uma montanha, utiliza elegantemente de uma analogia já explanada no seu livro A Escalada do Monte Improvável, para demonstrar o quão absurda é a teoria de um criador inteligente. Que a noção de completa complexidade da vida emergiu por chance cega ou pelas mãos de um designer inteligente, ele compara isso com a face reta de um penhasco. Por contraste sugere que a teoria da seleção natural de Darwin fornece uma explicação comparada a escalar a mesma montanha do outro lado, gradualmente, por um sutil gradiente, passo a passo. Dawkins também comenta que a hipótese de design levanta outra questão: quem fez o designer?


Colorado Springs

Em seguida, Dawkins faz uma visita à cidade de Colorado Springs (EUA), para discutir o crescimento espantoso do fundamentalismo cristão nos Estados Unidos, um país onde, de acordo com pesquisas, cerca de 45 por cento da população acredita ter o universo surgido há menos de 10 mil anos. Dawkins visita a New Life Church, um templo cristão de US$ 18 milhões, onde o pastor Ted Haggard discursa diuturnamente para mais de 12 mil fiéis. Haggard é o presidente da Associação Nacional de Evangélicos estadunidense, e afirma falar uma vez por semana com o presidente George W. Bush.

Dawkins conversa em particular com Haggard, e começa comparando o culto à uma reunião nazista (Nuremberg Rally) que faria até Joseph Goebbels orgulhoso. Haggard diz que não sabe de nada sobre Nuremberg e diz que alguns evangélicos pensam de seus serviços como um tipo de concerto de rock. Haggard afirma que a Bíblia é verdadeira e não se contradiz (um assunto altamente debatido), como a ciência supõe ser. Dawkins, entretanto, coloca que a vantagem da ciência é que novas evidências mudam as idéias, permitindo um avanço no conhecimento humano, algo que a religião não permite. Gradualmente a conversa vai se tornando ríspida.

Haggard diz que os evangélicos Americanos abraçam totalmente o método científico, esperando que ela mostrará como Deus criou o Céu e a Terra. Dawkins pergunta se ele aceita a demonstração científica de que a Terra tem 4.5 bilhões de anos de idade. De acordo com Haggard, essa é meramente uma visão aceita de uma porção da comunidade científica. Ele segue no confronto dizendo que os netos de Dawkins poderiam rir dele quando ouvissem essas afirmações. Dawkins responde “quer apostar?” Haggard insiste que alguns “evolucionistas” acreditam que o olho “simplesmente se formou do nada”. Dawkins replica que nem um único biólogo evolucionista que ele conhece pensaria assim e que Haggard claramente não sabe de nada sobre o assunto. Em resposta Haggard insiste que alguns (anônimos) “evolucionistas” que ele conheceu disseram isso. A reunião toma um rumo mais ríspido com Haggard afirmando que “esse problema” de “arrogância intelectual” é a razão porque pessoas como Dawkins e outros que contrariam o criacionismo, tem um problema com pessoas de fé. Essa cena termina com Haggard dizendo a Dawkins que quando ele envelhecer vai se encontrar num ponto em que está “errado sobre algumas coisas, certo sobre outras”, e que ele não deveria ser arrogante.

Enquato Dawkins e sua equipe se preparam para partir, acontece um breve incidente no estacionamento. Foi reportado que Haggard ordenou a equipe de Dawkins para sair de suas terras com ameaças de ações legais e confiscação de suas gravações, com a afirmação de “você chamou minhas crianças de animais”. Dawkins interpreta isso retrospectivamente dizendo que do ponto de vista da evolução, de fato leva a dizer que os seguidores de Haggard são animais, que é exatamente o que todos os humanos realmente são.

Então Dawkins vai a uma reunião de Pensadores Liberais, onde um professor de biologia revela que ele foi rotulado de “Satã Reincarnado” por ensinar evolução, e outro pensador liberal compara a situação atual com a era McCarthy.


Jerusalém

Dawkins visita a Jerusalém, algo que ele considera um microcosmo de tudo o que há de errado com as religiões. Inicialmente, Dawkins é levado por um guia à Basílica do Santo Sepulcro. Tal basílica, segundo a tradição cristã, é o local onde Jesus Cristo foi crucificado, sepultado e de onde ressuscitou no Sábado de Aleluia. Dawkins comenta sobre o que ele chama de “edgy watchfulness” (algo como uma constante observação, guarda) na Velha Cidade. Uma área em particular está sob pesada guarda: o Templo da Montanha, englobando ambas Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha. O mesmo local é também onde fica o Templo Sagrado Judeu antigo.

Dawkins entrevista representantes dos dois lados do conflito israelo-palestino: primeiro, o judeu Yisrael Medad, e depois, o Grand Mufti da Palestina, Sheikh Ekrima Sa’id Sabri, mas ambos os lados se mostram inconciliáveis. Esperando encontrar alguém com uma visão neutra do embate que há tempos aflige Jerusalém, Dawkins entrevista Joseph Cohen, agora conhecido como Yousef al-Khattab, um judeu estadunidense que se mudou para Israel e se converteu ao Islã. Todavia, depois de oferecer boas-vindas a Dawkins, al-Khattab começa seu sermão religioso, atacando a suposta decadência de valores ocidentais.

São duas as maiores preocupações de al-Khattab. Primeiramente, ele deseja ver todos os não-muçulmanos fora da terra sagrada de Maomé. Em segundo lugar, demonstra-se imensamente preocupado com o modo como os homens ocidentais permitem “suas” mulheres se vestir - ou não se vestir. Ele não aceita que as mulheres se vistam “como prostitutas”, como ele mesmo diz, ou que aparecem “fazendo topless” na televisão. Quando perguntado sobre os atentados de 11 de Setembro, aponta como culpada a criação do Estado de Israel. “Conserte sua sociedade, conserte suas mulheres!” é seu conselho de despedida.


O bule de Bertrand Russel

Dawkins resume este primeiro episódio com a parábola do bule de chá de Bertrand Russel. Se disserem que há um bule de chá orbitando a Terra, a maioria das pessoas irá provavelmente desconfiar dessa afirmação. Entretanto, não há como provar que tal bule não esteja lá. Assim como não se pode contestar milhares de questões sobre o universo. Só porque a ciência não conseguiu ainda responder tal ou qual questão, não há porque buscar a resposta na fé, que, segundo Dawkins, nunca conseguiu responder algo de importante até hoje.


Segundo episódio: O vírus da fé

Neste segundo e derradeiro episódio, Dawkins examina a moral das religiões, argumentando contra a doutrinação das crianças. O título deste episódio vem do livro O Gene Egoísta, no qual Dawkins expôs pela primeira vez o conceito de meme, uma unidade de cultura auto-replicativa e capaz de evoluir, das quais as religiões, de acordo com Dawkins, estão repletas.


Educação sectária

Dawkins principia este episódio argumentando acerca da desarmoniosa influência das escolas paroquiais sobre toda a sociedade, com crianças segregadas e rotuladas por sua religião. Ele visita uma comunidade de judeus chassídicos em Londres, onde crianças recebem somente educação religiosa, sendo privadas de uma cultura mais ampla, como por exemplo, através da televisão. Dawkins entrevista Rabbi Herschel Gluck, e o questiona se suas crianças tem acesso permitido a idéias científicas.

Gluck afirma que é importante para uma minoria ter um espaço particular para poder expressar sua cultura e suas próprias crenças. Dawkins coloca que preferia que as tradições fossem ensinadas sem impor demonstrações falsas. Gluck enfatiza que embora eles acreditem que Deus criou o mundo em seis dias, a evolução das espécies também é ensinada, embora ele diga que a maioria dos estudantes não acreditarão nela quando saírem da escola. Gluck contrasta a tradição judaica com cientistas que “tem suas tradições”. A expressão facial de Dawkins nesse ponto parece sugerir que ele não engoliu bem essa afirmação de que a ciência é baseada apenas em “tradição”. Gluck então vai mais fundo dizendo que isso é chamado de “teoria da evolução” em vez de “lei da evolução”. Quando Dawkins aponta que o termo é usado no sentido técnico e descreve a evolução como um fato, Gluck sugere que ele é um “crente fundamentalista”.

Dawkins expressa preocupação sobre o aumento da influência religiosa nas escolas britânicas já com mais de 7 mil escolas de fé e com o governo encorajando mais, então mais da metade das Academias Municipais esperam receber patrocínio por organizações religiosas. Ele diz que o desenvolvimento mais preocupante é uma nova onda de escolas evangélicas privadas que adotaram o currículo “Educação Cristã Acelerada” dos americanos batistas, e como um exemplo liga para a Phoenix Academy, em Londres. O professor Adrian Hawkes introduz a escola a Dawkins, e faz lembrar, jubiloso, que quase toda página do material didático faz menção a Deus ou Jesus, como referências à Arca de Noé em livros de ciências. Hawkes responde dizendo que as histórias poderiam ter muito a ver com a ciência se acreditar nelas, e que a ciência que ele aprendeu na escola na sua época é ridícula hoje. Como exemplo, ele menciona que ele foi ensinado que a Lua veio dos oceanos da Terra e que de alguma forma flutuou para o espaço durante os primeiros anos da vida da Terra. Dawkins diz que isso deveria ter sido apresentada como uma forte teoria da época. Outra lição fala sobre AIDS como sendo “o preço do pecado”, então Dawkins questiona se isso não estaria misturando educação sadia com pregações de moral. Hawkes responde que sem alguém para dar a lei, “Por que estuprar é errado? Por que pedofilia é errado?” e que se as pessoas acreditarem que podem sair por aí cometendo crimes sem serem punidos então eles farão isso mesmo. Dawkins responde a isso perguntando Hawkes se a única razão porque ele não faz essas coisas é porque ele tem medo de Deus e em seguida sugere que essa atitude é característica da moralidade torta que a religião tende a instigar nas pessoas.


Religião como um vírus

Em seguida, Dawkins discute especificamente a religião vista como um vírus no sentido de um meme. Ele começa explicando como a mente duma criança é geneticamente pré-programada para acreditar em tudo que lhes é ensinado, sem nada questionar a palavra das figuras autoritativas, especialmente os pais - o imperativo evolucionista sendo que nenhuma criança conseguiria sobreviver adotando uma atitude cética sobre tudo que seus mais velhos dissessem. E é este imperativo que as tornam vulneráveis à “infecção” pela religião.

Dawkins se encontra com a psicóloga Jill Mytton, que sofreu uma rigorosa educação religiosa quando criança, e que hoje ajuda a reabilitar crianças igualmente afetadas por tal fervorosa catequização. Mytton explica que, para uma criança, imagens como o fogo do inferno não fica restrito ao sentido metafórico, mas assumem uma significação real, inspirando terror. Ela retrata sua infância como dominada pelo medo. Quando pressionada por Dawkins para descrever as realidades do Inferno, Mytton hesita, explicando que as imagens de eterno sofrimento que ela absorveu quando criança ainda tinham poderoso efeito sobre ela.

Logo depois Dawkins visita o pastor Keenan Roberts, diretor de um programa Hell House por 15 anos(comuns nos EUA, também conhecidas como judgment houses, uma casa de estilo mal-assombrado dirigida por fundamentalistas cristãos, construídas para descrever os “castigos divinos” que estão por vir para todos os pecadores, sendo operadas comumente nos dias que precedem o Halloween), produzindo shows teatrais direcionadas a crianças de doze anos ou mais uma impressão inquestionável de que pecado destrói. Vemos cenas de ensaios mostrando doutores forçando aborto em uma mulher apesar dela ter mudado de idéia, e uma cerimônia de um casamento lésbico presidido por Satã onde a mulher jura nunca acreditar que é normal e Satã cita o Primeiro Corinthians 6 onde Deus diz que a homossexualidade é igual a pecado. Roberts absolutamente acredita as escrituras sobre o pecado, e quando Dawkins questiona a base de sua moralidade, ele replica dizendo que é uma questão de fé.


Moral bíblica

Em seguida, Dawkins questiona se a Bíblia realmente fornece uma base moral adequada, e desafia que os textos são de origem e veracidade dúbias, são internamente contraditórias e, examinadas de perto, descrevem um sistema de morais que qualquer pessoa civilizada deve achar venenosa. Ele descreve o Velho Testamento como a raíz do Judaismo, Cristianismo e Islamismo, e como exemplo das leituras ele dá Deuteronômio, 13, que instrui crentes a matar qualquer amigo ou membro da família que seguem outros deuses, e Números 31, onde Moisés, nervoso com a piedade com suas forças vitoriosas mostram em levar as mulheres e crianças como cativas, instrui todos menos as meninas virgens, um ato que Dawkins descreve como genocídio. Dawkins também questiona uma passagem do Livro dos juízes, 19, em que um velho homem atira sua filha à uma multidão nervosa de “homens loucos” para ser estuprada e humilhada, numa tentativa de salvar seu hóspede (um homem) de ser estuprado pelos “homens loucos”. Na opinião de Dawkins, Deus deve ser o personagem mais maldoso da ficção.

Dawkins então se volta para o Novo Testamento, o qual, à primeira vista, descreve ele, apresenta um progresso moral indubitável em relação ao antigo livro. Mas é repelido pelo que ele chama de doutrina sadomasoquista de São Paulo, onde Jesus teve que ser torturado e morto para que pudéssemos nos redimir e pergunta “se Deus queria perdoar nossos pecados, porque não apenas perdoá-los? A quem Deus está tentando impressionar?” Ele diz que a ciência moderna mostra que a alegação dos perpetradores Adão e Eva nunca nem existiram, acabando com a doutrina de São Paulo.

Posteriormente, Dawkins entrevista o reverendo Michael Bray, que segue a Bíblia ao pé da letra - ele gostaria de ver a pena capital forçada para o pecado do adultério, por exemplo. Bray era amigo de Paul Jennings Hill, sentenciado à morte em 2003 por matar um médico que realizara um aborto. Bray defende o ato de Hill, dizendo que ele deve estar se dando muito bem no céu. Dawkins também conversa com Richard Harries, ex-bispo de Oxford, um liberal anglicano mais pragmático. Harries vê as escrituras sagradas como textos que devem ser lidos no contexto da época quando foram escritos, e interpretados pela luz da modernidade. Dawkins pergunta a Harries sobre sua atitude sobre os milagres - ele acredita no nascimento virgem, por exemplo? Não está “no mesmo nível” da ressurreição, diz Harries.


Moral secular

Por fim, Dawkins busca uma explicação para a moral baseada na evolução biológica, que ele considera mais esperançoso do que os textos antigos. Junto com o psicólogo evolucionista Oliver Curry, discute acerca da moral primordial encontrada entre os chimpanzés. Curry assevera que não precisamos de religião alguma para explicar a moral e que ela só é um obstáculo. Uma explicação mais convincente se encontra nos conceitos de altruísmo recíproco e seleção de parentesco.

Depois de uma breve análise dos valores seculares, Dawkins inicia uma discussão sobre a moral com o novelista Ian McEwan. McEwan toma como ponto de partida a mortalidade humana, o que deveria nos guiar naturalmente para uma moral baseada na empatia - uma coisa que ele clama, deveria nos conferir um senso claro de responsabilidade por nossa curta estada na Terra.

Dawkins termina com um argumento que o Ateísmo não é uma receita para o desespero mas justamente o contrário; em vez de ver a vida como um julgamento que deve ser enfrentado antes de atingir um plano místico, um ateísta vê essa vida como tudo que temos, e por negar uma vida após a morte podemos ter mais excitação nesta vida. Ateísmo, Dawkins conclui, é a afirmação da vida de uma maneira que religião nunca poderá ser.


Citações

  • Chegou a hora de todas as pessoas racionais dizerem: já basta. A fé religiosa desencoraja o raciocínio independente, desarmoniza, e é perigosa.
  • Para muitos, parte do processo de amadurecer é aniquilar o vírus da fé com uma boa dose de reflexão racional. Mas se um indivíduo não consegue fazê-lo, sua mente ficará para sempre num estado infantil, e há um enorme perigo de que este indivíduo venha a infectar a próxima geração com este mesmo vírus.
  • O deus do Velho Testamento só pode ser um dos mais desagradáveis personagens de ficção de todos os tempos: egoísta e orgulhoso disto, insignificante, vingativo, injusto, rancoroso, racista, um deus que encoraja seus seguidores à prática do genocídio.
  • O fundamentalismo cristão está em ascensão entre o eleitorado da única superpotência do mundo, incluindo o presidente. Se você acredita em pesquisas, 45 por cento dos estadunidenses, cerca de 135 milhões de pessoas, acreditam que o universo foi criado há menos de 10 mil anos.
  • Nós iremos todos morrer, e é isso que nos torna tão sortudos. A maioria das pessoas nunca morrerá, porque nunca irá sequer nascer.
  • Nós somos todos ateus em relação à maioria dos deuses em que a sociedade já acreditou. Alguns de nós só vão um deus adiante.


Críticas

Richard Dawkins, em artigo publicado no New Statesman<ref> Richard Dawkins, 2006. “Diary.” New Statesman</ref>, afirmou que a correspondência recebido pelo Channel 4 (emissora responsável pela produção e exibição do documentário) lhe era favorável numa razão de dois para um. Jornalistas, incluindo Howard Jacobson<ref>Howard Jacobson, 2006. “Nothing like an unimaginative scientist to get non-believers running back to God.” The Independent.</ref>, acusaram Dawkins de dar voz a extremistas, afirmação que Dawkins refutou, asseverando que nenhum dos maiores líderes religiosos do Reino Unido concordaram em participar do documentário. Dawkins também foi criticado pelo teólogo Keith Ward, pela suposta visão simplista acerca das religiões apresentada pelo documentário<ref>Keith Ward, 2006. “Faith, hype and a lack of clarity.” The Tablet.</ref>. Mas uma apreciação veio de Johann Hari para o The Independent “Nós nunca precisamos de Richard Dawkins mais do que agora”.


Referências

<references/>


Ligações externas

  • Página oficial do documentário (Channel 4)
  • Crítica favorável do biólogo Dan Jones: The God Delusion, The Virus of Faith
  • Crítica de Madeleine Bunting no The Guardian
    • Resposta de Dan Jones
  • Crítica de Keith Ward no The Tablet (somente um acesso a cada 24 horas é permitido)
  • Crítica de Paul Taylor em Answers in Genesis
  • Resposta de Dawkins às críticas no The New Statesman

Vídeos

  • The Root of All Evil? -Primeiro episódio (Parte 1) no YouTube com le