Laptop info

March 31, 2008

Laptop | Turion 64

Filed under: Uncategorized — admin @ 6:40 pm

Turion 64 e Turion 64 X2 são processadores para laptop AMD que possuem a arquitetura do Athlon 64, mas com menos consumo de energia.

Tabela de conteúdo


Turion 64 e Turion 64 X2

Além do Turion 64 de um núcleo, existe uma versão “Dual-Core”, o Turion 64 X2. O Turion 64 utiliza memórias DDR e Soquete 754, enquanto o Turion 64 X2 utiliza memórias DDR2 e Soquete S1. Os dois usam tecnologia de 90 nanômetros que diminuem o TDP e consequentemente o gasto de energia. Possuem a tecnologia PowerNow!, parecida com Cool’n'Quiet de computadores de mesa Athlon 64 a fim de diminuir o clock e a tensão se o processador não estiver sendo usado ou a tarefa exigida é pequena.

O Turion 64 X2 foi o primeiro processador a utilizar o Soquete S1 de 638 pinos em contra partida de 754 pinos do Turion 64.


Diferenças entre Turion 64 e Athlon 64 Mobile

A grande diferença entre o Turion 64 e Athlon 64 Mobile é o consumo de energia, enquanto o Turion 64 dissipa apenas 25W ou 35W (25W em modelos MT e 35W em ML), o Athlon 64 Mobile dissipa 65W. Para um laptop qualquer economia de energia é crucial então isso deve ser levado em conta. Outro pequeno detalhe é que o Turion 64 pode ter cache L2 com 512KB ou 1MB, já o Athlon 64 Mobile tem sempre 1MB de cache.


Características gerais

  • 128KB de cache L1
  • Barramento HyperTransport trabalhando a 800 MHz
  • Tecnologias: MMX, 3Dnow!, SSE e SSE2 e SSE3
  • Tecnologia PowerNow!
  • Tecnologia de Virtualização
  • Tencnologia EVP (Enhanced Vírus Protection)
  • Tecnologia de 90 nanômetros


Todos os modelos de Turion 64 e Turion 64 X2


Turion 64:

Modelo Freqüência Cache L2 Consumo
Turion 64 MT-28 1600 MHz 512 KiB 25W
Turion 64 MT-30 1600 MHz 1 MiB 25W
Turion 64 MT-32 1800 MHz 512 KiB 25W
Turion 64 MT-34 1800 MHz 1 MiB 25W
Turion 64 MT-37 2000 MHz 1 MiB 25W
Turion 64 MT-40 2200 MHz 1 MiB 25W
Turion 64 ML-28 1600 MHz 512 KiB 35W
Turion 64 ML-30 1600 MHz 1 MiB 35W
Turion 64 ML-32 1800 MHz 512 KiB 25W
Turion 64 ML-34 1800 MHz 1 MiB 35W
Turion 64 ML-37 2000 MHz 1 MiB 35W
Turion 64 ML-40 2200 MHz 1 MiB 35W
Turion 64 ML-42 2400 MHz 512 KiB 35W
Turion 64 ML-44 2400 MHz 1 MiB 35W


Turion 64 X2:

Modelo Freqüência Cache L2 Consumo
Turion 64 X2 TL-50
1600 MHz 256 + 256 KiB 31W
Turion 64 X2 TL-52 1600 MHz 512 + 512 KiB 31W
Turion 64 X2 TL-56 1800 MHz 512 + 512 KiB 33W
Turion 64 X2 TL-60 2000 MHz 512 + 512 KiB 35W

Que utilizam | Espermateca

Filed under: Uncategorized — admin @ 12:20 pm

Em zoologia, chama-se espermateca a uma cápsula, normalmente quitinosa que os machos de muitas espécies de animais invertebrados produzem para colocar os espermatozóides maduros. Nestas espécies, a fecundação é interna, mas o macho, durante a cópula, apenas transfere para a fêmea a espermateca que a fêmea abre enzimaticamente quando os seus óvulos estão maduros.

São exemplos de animais que utilizam esta estratégia reprodutiva, muitos crustáceos, insetos e alguns moluscos.

Acessado com o | Manoel Victor Filho

Filed under: Uncategorized — admin @ 11:50 am

Manoel Victor de Azevedo Filho (São Paulo, 9 de agosto de 1927 — São Paulo, 26 de março de 1995) foi um pintor, desenhista, ilustrador, cartunista e professor brasileiro.

Tabela de conteúdo


Biografia

Manoel Victor, aos quinze anos, tranferiu-se para os Estados Unidos e como tivesse vocação para as artes, escolheu estudar com Frank Riley, um dos grandes mestres da ilustração americana, no Art Student’s League of New York.

Dono de um excepcional talento, grande cultura e um enorme prazer em colocar seus magníficos desenhos no papel ou na tela, ganhou em pouco tempo fama no meio artístico.

Foi um dos ilustradores dos livros infantis de Monteiro Lobato.


Trabalhos

Obras de Monteiro Lobato ilustradas por Manoel FilhoJornal Folha de São Paulo - 14/04/2007 acessado em 25 de setembro de 2007

  • A Chave do Tamanho
  • Caçadas de Pedrinho
  • Reinações de Narizinho
  • Os Doze Trabalhos de Hércules
  • Fábulas
  • Memórias da Emília
  • O Picapau Amarelo
  • Viagem ao Céu


Prêmios

Prêmio Jabuti
Prêmio Crefisul
  • 1982 - Ilustrações do livro: Milena morena e as fadas desencantadas de Lucília PradoPrêmios da editora Record acessado em 25 de setembro de 2007


Referências


==

  • Personagens do Sítio do Picapau Amarelo, por Manoel Victor Filho

March 30, 2008

Tablet PC | QEMU

Filed under: Uncategorized — admin @ 7:20 pm

QEMU é um software livre escrito por Fabrice Bellard que implementa um emulador de processador, permitindo uma virtualização completa de um sistema PC, dentro de outro. O QEMU é um hypervisor e é semelhante a projetos como o Bochs, VMware Workstation e o PearPC, mas possui várias características que faltam nestes, incluindo aumento de velocidade em x86, (através de um acelerador, e suporte para múltiplas arquiteturas está a ser acrescentado. Usando traducão dinâmica, atinge uma velocidade razoável, não deixando de ser fácil de converter para novos processadores.

Tabela de conteúdo


Detalhes

O Qemu tem dois modos de operação:

Emulação em modo de usuário
O Qemu pode lançar processos Linux ou Darwin/Mac OS X compilados para uma CPU em outra CPU. As chamadas ao SO alvo são truncadas para um endianamento e combinações 32/64bits. Wine e o DOSEMU são os alvos principais para o Qemu.
Emulação em modo computador completo
O Qemu emula um computador completo, incluindo um processador e vários periféricos. Ele pode ser utilizado para prover hospedeiros virtuais de vários computadores virtuais em um único computador.

A maior parte do programa está sobre a LGPL, com a emulação em modo usuário sobre o GPL.


Acelerador

Fabrice Bellard também escreveu um modulo para o kernel Linux (com um porte preliminar para o FreeBSD e o Windows) chamado KQEMU ou Acelerador QEMU, que notavelmente acelera a emulação i386 na plataforma i386. Isso é feito rodando código modo usuário diretamente na CPU do computador hospedeiro, e usando somente o modo kernel para emular o processador, periféricos e o modo real. O KQEMU também suporta um modo kernel de emulação em que uma porção do código modo kernel roda na CPU hospedeira.


KQEMU versus QVM86

O acelerador QEMU foi inicialmente distribuido como produto propietário de fonte fechada (embora isso é sempre dado como cuso zero).
Des da versão 1.3.0pre10[1][2], que foi lançado em 2007-02-05, e está disponivel sobre o GNU General Public License.


Características

  • Suporta emulação das arquiteturas IA-32 (x86) PCs, AMD64 PCs, MIPS R4000, Sun’s SPARC sun4m, Sun’s SPARC sun4u, ARM development boards (Integrator/CP and Versatile/PB), SH4 SHIX board, and PowerPC (PReP e Power Macintosh).
  • Suporte para outras arquiteturas tanto como hospedeiro, quanto como sistema emulado (veja a página oficial para uma lista completa).
  • Aumento de velocidade — algumas aplicações podem rodar quase em tempo real.
  • Implements Copy-On-Write disk image formats. You can declare a multi-gigabyte virtual drive, the disk image will only be as large as what is actually used.
  • Also implements overlay images. You can keep a snapshot of the guest system, and write changes to a separate image file. If the guest system breaks, it’s simple to roll back to the snapshot.
  • Suporte para rodar binários Linux para outras arquiteturas diferente da hospedeira.
  • Pode salvar e restaurar o estado da máquina virtual (programas rodando, etc…).
  • Emulação de placa de rede virtual.
  • Suporte a SMP.
  • O SO convidado(emulado) não precisa ser modificado/pacheado.
  • A performance é melhorada quando o módulo KQEMU é usado.
  • Command line tools allow a full control of QEMU without having to run X11.
  • Controle remoto da máquina emulada usando um servidor VNC integrado.
  • USB tablet support - this provides “grabless” mouse control. Activated with “-usb -usbdevice tablet”.

==

  • Win4Lin
  • VMware
  • VirtualBox
  • Virtual PC
  • FreeOsZoo for ready-to-launch OSes disk images
  • Cooperative Linux
  • QVM86
  • Bochs


==

  • QEMU Homepage
  • QEMU Forum
  • Unofficial QEMU Wiki
  • Free Operating Systems Zoo
  • QEMUMenu e Qemu Manager que proveêm um controle fácil e rápido do QEMU no para o Windows.
  • QEMU no Windows
  • Q - QEMU no Mac OS X. Veja tambêm seu espelho se o outro link não funcionar para você.
  • QEMU summary
  • QEMU no Ubuntu
  • Installing Ubuntu under Windows XP with QEMU
  • Debian HOW-TO : QEMU Virtual Machine
  • QEMU para OpenSolaris

Laptop | Scratch

Filed under: Uncategorized — admin @ 6:25 pm

Scratch é uma nova linguagem de programação criada no Media Lab do MIT.

Por não exigir o conhecimento prévio de outras linguagens de programação, ela é ideal para pessoas que estão começando a programar e foi desenvolvida para ajudar pessoas acima de 8 anos no aprendizado de conceitos matemáticos e computacionais. Com ela é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Scratch é muito mais acessível que outras linguagens de programação, por se utilizar de uma interface gráfica que permite que programas sejam montados como blocos de montar, lembrando o brinquedo LEGO. Utiliza uma sintaxe comum a muitas linguagens de programação. E diferente de outras linguagens, não tem nenhum tipo de pontuação obscura.

Cada bloco da linguagem contém um comando em separado, que podem ser agrupados livremente caso se encaixem. E os comandos podem ser modificados através de menus.

Scratch se inspirou na forma como os DJs fazem a mixagem de sons para criarem novas músicas. Mas essa linguagem consegue mixar diversos tipos de mídias, como imagens, sons e outros programas.

O ambiente de desenvolvimento pode ser baixado gratuitamente em sua página. Já existem versões para Windows e Mac OS X. E uma versão está sendo feita para o laptop XO.


  • Scratch

Microsoft incorporam já as | Windows media photo

Filed under: Uncategorized — admin @ 11:15 am

Windows Media Photo (WMPhoto ou HDPhoto) é um formato, de arquivo de imagem, criado pela empresa Microsoft no ano de 2006 com a intensão de substituir o JPEG. A extensão do arquivo é .wdp.

O formato do WMPhoto se caracteriza pela alta qualidade - tanto para visualização em computadores tanto para impressão - e sua excelente forma de compressão.

Atualmente o único sistema operacional que suporta esse formato é o Windows Vista.


  • Microsoft
  • JPEG


  • Windows Media Photo
  • Documentação do WMPhoto

Tablet | Windows NT

Filed under: Uncategorized — admin @ 10:25 am

Windows NT é o nome da família de sistemas operativos da Microsoft voltados ao meio corporativo (grandes empresas). NT significa Nova Tecnologia. A primeira versão é de 1993 (veja tabela abaixo) e trazia a funcionalidade de trabalhar como um servidor de arquivos. Em 2000, a Microsoft mudou o seu nome para Windows 2000. A partir de 2001 a versão Workstation passou a ser o Windows XP Professional, enquanto a versão servidor foi lançada em 2003 como “Windows Server 2003″
Os sistemas operativos NT têm uma grande estabilidade e tem a vantagem de não ter o MS-DOS como no Windows 95, 98, 98SE e ME. O MS-DOS do NT é emulado pelo próprio sistema, já no Windows 95, 98, 98SE e ME o MS-DOS é um sistema real. No NT a troca de usuário é mais acessível que do Windows 95, 98, 98SE e ME.
O NT é um sistema operativo de 32 bits.

A arquitetura do Windows NT é fortemente baseada na idéia do microkernel, de
forma que um único componente seu gerencia e oferece aos demais cada uma
das funcionalidades do sistema. Assim, em teoria, pode-se remover, atualizar ou
substituir cada módulo sem que se precise alterar o resto do sistema.
Contudo, o Windows NT não é puramente orientado à filosofia do microkernel,
pois módulos externos a ele podem executar operações em modo kernel
(protegido), a fim de evitar trocas de contexto e melhorar o desempenho geral do
sistema.
A organização do Windows NT é feita em camadas, que se dispõem umas sobre
as outras de forma que cada camada oferece serviços à imediatamente posterior e
só usa serviços fornecidos pela imediatamente inferior. Além disso, é explorado o
modelo orientado a objetos, em que recursos do sistema, arquivos, memória e
dispositivos físicos são implementados por objetos e manipulados por métodos a
eles associados.

O Windows NT permite a execução de aplicações escritas para outros sistemas
operacionais, cujo suporte é feito a partir de subsistemas que são implementados
como processos separados e fornecem um ambiente de execução compatível com
a aplicação. Tal ambiente é composto por uma interface gráfica, um interpretador
de comandos, uma interface de programação compatível com as chamadas do
sistema implementado pelo subsistema.A estrutura do Windows NT divide-se em duas partes. A primeira é o modo
usuário, onde se localizam os subsistemas protegidos, que residem em processos
separados e interagem uns com os outros através do LPC (Local Procedure Call),
um mecanismo de trocas de mensagens. A segunda é o modo kernel (o
executivo), onde rodam os componentes que necessitam desempenho e por isso não se sujeitam a trocas de contexto e de modo em sua interação uns com os
outros ou com o hardware.

O escalonador do Windows NT é preemptivo com, onde as prioridades são
organizadas em duas classes: tempo real e variável. Cada classe possui 16 níveis
de prioridades, sendo que as threads de tempo real têm precedência sobre as
threads da classe variável. Todas as threads prontas para executar são mantidas
em estruturas de filas de acordo com as prioridades em cada uma das classes.
Cada fila é atendida por uma política de Round-robin.A atribuição de prioridades é diferente para cada uma das classes. As threads da
classe de tempo real possuem prioridade fixa determinada no momento da
criação, enquanto que as threads da classe variável tem suas prioridades
atribuídas de forma dinâmica. Assim quando uma thread da classe variável é
criada, recebe uma prioridade e é inserida sempre na fila dessa prioridade, já uma
thread da classe variável pode migrar entre as filas de prioridades.
Na classe variável, a prioridade das threads é formada por dois parâmetros, um
vinculado a própria thread e o outro vinculado ao processo a que ela pertence. Um
objeto processo recebe na sua criação, uma prioridade que varia de zero a quinze
e cada thread recebe uma prioridade variando de duas unidades para cima ou
para baixo da prioridade do processo. O critério usado para variar a prioridade de
uma thread é o tempo de uso do processador. Se a thread é interrompida por
usar todo o quantum de tempo que lhe foi atribuído, o escalonador do Windows
2000 reduz sua prioridade, caso contrário sua prioridade é aumentada.

O sistema de memória virtual do Windows NT é baseado em um espaço linear
de 32 bits, o que fornece até 4 GB de memória virtual. Normalmente, esse espaço
é dividido igualmente entre o processo usuário (parte inferior) e o sistema
operacional (parte superior), mas há a opção de se atribuir 3 GB ao processo
usuário e 1 GB ao sistema operacional. Também é prevista a extensão VLM (Very
Large Memory) para os processadores de arquitetura de 64 bits, que permitem a
alocação de até 28 GB de memória suplementar.
Já a alocação de memória é realizada em duas fases. Primeiro, o processo
reserva um certo número de páginas da memória virtual sem necessariamente
utilizá-las. Em seguida, à media que o processo necessita de memória, essas
páginas pré-alocadas são mapeadas a áreas efetivas de armazenamento
(commit).
As páginas podem ter três estados diferentes: livre (páginas não utilizadas pelo
processo), reservadas (alocadas a algum processo, porém não mapeadas em
disco físico) e dedicadas (já mapeadas)

A tradução de um endereço virtual em endereço físico se baseia em uma tabela
de paginação em dois níveis. Assim, o endereço virtual de 32 bits é formado por
três componentes: índice de diretório de páginas, índice de tabelas de páginas e
índice de byte (deslocamento dentro da página). O endreço de páginas é
acessado para determinar qual a tabela de páginas correspondente ao endereço
virtual. A entrada da tabela, por sua vez, possui informações referentes ao
endereço da página a ser acessada. Finalmente, o índice de byte é somado ao
endereço inicial da página em memória correspondendo ao endereço físico.

Para um sistema de gerencia de memória baseado em paginação, é necessário
determinar quando e como buscar páginas do disco (swap) para a memória. O algoritmo de paginação é baseado por demanda com clustering. Nesse esquema,
quando ocorre uma falta de página, o gerenciador de memória carrega a página
que faltava e algumas ao redor.
Uma das vantagens do clustering é a minimização do número de acessos ao disco
provocados pela paginação de um processo. Além disso, a carga de páginas em
avanço diminui o número de leituras individualizadas, e aumenta a probabilidade
de um processo paginado acessar a memória diretamente.
A política para a substituição de páginas na memória depende da arquitetura e do
processador da máquina. Para arquiteturas do tipo multiprocessador, a estratégia
é baseada em FIFO. Para arquiteturas monoprocessadas, o algoritmo de seleção
da página é LRU, implementado através do algoritmo do relógio (clock).
Para representar o número de páginas presentes em memória para um processo,
é usado o Working Set. Existem um valor mínimo e um valor máximo definidos a
partir do tamanho, e o Working Set é ajustado a depender da quantidade de
memória existente e da necessidade dos processos.


Versões do Windows NT

NT Ver. Nome comercial Edições Data de Lançamento Desenvolvimento
NT 3.1 Windows NT 3.1 Workstation (denominado Windows NT), Advanced Server 27 de Julho de 1993 528
NT 3.5 Windows NT 3.5 Workstation, Server 21 de Setembro de 1994 807
NT 3.51 Windows NT 3.51 Workstation, Server 30 de Maio de 1995 1057
NT 4.0 Windows NT 4.0 Workstation, Server, Server Enterprise Edition, Terminal Server, Embedded 29 de Julho de 1996 1381
NT 5.0 Windows 2000 Professional, Server, Advanced Server, Datacenter Server 17 de Fevereiro de 2000 2195
NT 5.1 Windows XP Home, Professional, IA-64, Media Center (2002, 2003, 2004 & 2005), Tablet PC, Starter, Embedded, N 25 de Outubro de 2001 2600
NT 5.2 Windows Server 2003 Standard, Enterprise, Datacenter, Web, Small Business Server April 24 2003 3790
NT 5.2 Windows XP (x64) Professional x64 Edition 25 de Abril de 2005 3790
NT 6.0 Windows Vista Starter, Home Basic, Home Premium, Business, Enterprise, Ultimate Empresas: November 2006
Lançamento oficial: 30 de Janeiro de 2007
6000

Requisitos mínimos de hardware para Windows NT (x86)==

Versão CPU RAM Espaço livre em disco
NT Workstation 3.11 186, 16 MHz 5 MB 40 MB NT Workstation 3.51 286,386 25 MHz 8 MB 90 MB
NT 4.0 Workstation 386,486 33 MHz 12 MB 110 MB
2000 Professional Pentium, 133 MHz 32 MB 650 MB
XP Professional [1] Pentium II, 233 MHz 128 MB 1.5 GB
Vista [2] (AMD: Athlon 64 X2, Phenon X2, X4), (Intel: Core 2 Duo, Core Duo) 512 MB 15 GB

Tablet | Ryo Bakura

Filed under: Uncategorized — admin @ 7:00 am

Ryo Bakura (獏良 了 Bakura Ryō) é um personagem do desenho e mangá Yu-Gi-Oh!.

Na versão português do desenho, ele é conhecido apenas como “Bakura“, sendo que em todas as outras versões, inclusive no mangá americano, seu nome completo é revelado como “Ryo Bakura”.

Tabela de conteúdo


Ficha

  • Aniversário: 2 de setembro
  • Baralho: Oculto
  • Signo: Virgem
  • Idade: 15 no início da série, 17 no final
  • Altura: 1,76m
  • Peso: 52 kg
  • Tipo de sangue: AB
  • Comida favorita: Pudim de creme
  • Comida que menos gosta: Ostra
  • Relações: Irmã mais nova: Amane Bakura (falecida)


Informações gerais

Bakura é um amigo de Yugi Muto. Ele é o possuidor do Anel do Milênio, uma das sete Relíquias do Milênio. Bakura recebeu o anel de seu pai, que o conseguiu em uma feira egípcia. O Sr. Bakura ouviu que o anel tinha conexões com Duelo de Monstros, um jogo que seu filho adorava.

Porém, junto com o anel, havia um espírito maligno, mais tarde conhecido como Yami Bakura (Yami Bakura ou Espírito do Anel na versão português).


Mangá e anime

Bakura conhece Yugi, Joey Wheeler (Katsuya Jônouchi), Téa Gardner (Anzu Mazaki) e Tristan Taylor (Hiroto Honda) quando é transferido para a Escola Domino. Ele logo se entrosa com a turma e explica que adora um RPG conhecido como “Monster World” (claramente uma paródia com Dungeons & Dragons), mas avisa aos quatro que todas as pessoas que jogaram esse RPG com ele caíram em coma. Algumas até morreram. Por isso ele vive sendo transferido de escola em escola. Quando ele segura o Enigma do Milênio de Yugi, sente uma dor forte no peito.

À noite, quando Bakura escrevia para sua irmã Amane (que depois morreu num acidente de carro), uma voz anunciou em sua cabeça que ele, Bakura, era o novo hospedeiro. Bakura abre a camisa e vê os espinhos do Anel do Milênio penetrando em seu corpo.

A voz em sua cabeça pertencia a “Dark Bakura”, um espírito de 3000 anos (5000 na versão americana). No momento, Dark Bakura queria tomar posse do Enigma do Milênio que Yugi Muto possuía.

Depois de selar a alma do professor de educação física, Sr. Karita (que antes havia repreendido Bakura por sua aparência afeminada e seu cabelo longo), Bakura desafia Yugi e seus amigos para uma partida de Monster World, que acaba se tornando real graças aos poderes do Anel. Como foi derrotado, Dark Bakura supostamente morreu.

Porém, depois, no Reino da Fantasia, no torneio do Reino dos Duelistas, Yami Bakura volta a tomar o corpo de Bakura, já que misteriosamente foi salvo. A verdade é que Dark Bakura pode transferir uma porção de sua alma para algum objeto para continuar vivo mesmo depois de sua suposta morte. Mais uma vez, Bakura torna um jogo real. Porém, ele acaba não sendo morto desta vez e causando grandes problemas para Yugi e seus amigos.

Mais tarde, ainda querendo colecionar as Relíquias do Milênio, ele toma o Olho do Milênio de Maximillion Pegasus (Pegasus J. Crawford) após derrotá-lo num Jogo das Trevas.

Depois, houve uma aliança e uma rivalidade com um espírito ainda mais poderoso do que ele: Yami Marik, o ódio gerado por Marik Ishtar. Yami Bakura perdeu o jogo das trevas entre os dois no qual o perdedor morreria (ou, na versão americana, iria para o Domínio das Trevas), mas sobreviveu por depositar parte de sua alma numa peça do Enigma do Milênio. Acaba recuperando o Anel do Milênio quando este quase foi roubado por Weevil e Rex.

Depois de fracas aparições nas sagas de Dartz e Siegfried, na última temporada no anime ele torna-se novamente uma peça chave. Junto com Yami Yugi, ele viaja ao “Mundo Memorial” para descobrir os segredos do passado, possuindo o corpo do Rei dos Ladrões Bakura para isso. Depois, ele revela que o mundo da memória é um RPG das trevas jogado por ele e Yami Yugi. Porém, o RPG acaba se tornando real causando catástrofes no mundo e, fundindo-se com seus eus no Mundo Memorial, Yami Bakura e Yami Yugi partem para a luta. Então é revelado que Dark Bakura é na verdade Zorc Necrophades, um demônio maligno que tentou destruir o mundo e foi aprisionado graças ao sacrifício do faraó (e, na versão anime portugês, criou o Domínio das Trevas, que não existe na versão japonesa).

No mangá, há uma explicação mais detalhada sobre como Zorc selou parte da sua alma no Anel do Milênio, o que não acontece no anime.


Cartas de duelo

Abaixo, as cartas de duelo usadas por Bakura com seus nomes originais nos TCGs americano e japonês.


Monstros

  • Dark Necrofear
  • White Magical Hat (White Thief)
  • Morphing Jar (Metamol Pot)
  • Electric Lizard
  • Man-Eater Bug
  • Lady of Faith (High Priestess)
  • Headless Knight
  • Earl of Demise
  • The Portrait’s Secret (Possessed Painting)
  • The Gross Ghost of Fled Dreams (Demon Dream Ghost)
  • Earthbound Spirit
  • Sangan (Critter)
  • Souls of the Forgotten
  • Jowgen the Spiritualist
  • Goblin Zombie
  • Gelnia
  • Puppet Master (Controller of Dead Spirits - Puppetmaster)
  • Dark Ruler Ha Des (Ruler of the Underworld - Hades)
  • Duke of Demise
  • Diabound Kernel
  • Doomcaliber Knight (Death Calibre Knight)
  • Disgraced Mage (Dead Master - Disgraced Mage)
  • Necro Soldier
  • Necro Mannequin
  • Necro Wall
  • Necro Jar (Necro Pot)


Feitiços

  • Dark Sanctuary
  • Change of Heart
  • Chain Energy (Magical Bonds)
  • Shallow Grave
  • Spiritualistic Medium
  • Ectoplasmer
  • The Dark Door
  • Spirit Message “F” (Death Message [D]”)
  • Spirit Message “I” (Death Message [E]”)
  • Spirit Message “N” (Death Message [A]”)
  • Spirit Message “A” (Death Message [T])
  • Spirit Message “L” (Death Message [H])
  • Dark Designator
  • Exchange
  • Monster Reborn (Revive Dead)
  • Premature Burial
  • Polymerization (Fusion)
  • Spirit Illusion (Afterimage of Ghost)
  • Pot of Greed
  • Grief Tablet (Grief Wedju)
  • Spirit Sword of Sealing (Sealing Sword of Dead Spirits)
  • Negate Defense (Defending Seal of Dead Spirits)
  • The Cursed Twin Dolls (Cursed Necro Twins)
  • Counterbalance


Armadilhas

  • Destiny Board (Ouija Board)
  • Just Desserts
  • Dark Spirit of the Silent
  • Fearful Earthbound
  • Multiple Destruction
  • Spirit Shield (Dead Spirit Shield)
  • Mirror Tablet (Mirror Wall Wedju)
  • Rebirth Tablet (Revival Wedju)
  • Call of the Earthbound
  • Zoma the Spirit (Dead Spirit Zoma)
  • Narrow Corridor
  • Necro Cycle

Tablet | Musique concrète

Filed under: Uncategorized — admin @ 4:50 am

Musique concrète (do francês, literalmente, “música concreta”) é o nome dado à um tipo de música eletrônica produzida a partir de edição de áudio unida à fragmentos de sons naturais e/ou industriais. A música concreta, engloba todos os processos que incluam a junção de partes completas ou fragmentos de sons “les objects sonores” e que podem ser sons do ambiente e de todo o tipo de ruídos até aos instrumentos musicais. Estes fragmentos são primeiro gravados e modificados posteriormente num estúdio especializado. Note-se que os sons utilizados para fazer música concreta não eram em regra sons obtidos a partir de instrumentos electrónicos. Uma vez que os sons são gravados antes do processo de construção da música em si, ao invés da melodia ser escrita antes que um instrumentista possa transformá-lo em som, pode dizer-se que é o oposto do modo tradicional de composição. O estilo nasceu entre o final da década de 40 e início da década de 50, acompanhando os desenvolvimentos da tecnologia na área de áudio, mais prominentemente com os microfones, e a disponibilidade comercial de gravadores magnéticos, utilizados como tape loops.


Novos caminhos que levaram ao aparecimento deste conceito

- Da Música electroacústica à Música concreta

Nos finais do Século XIX, a música que se fazia até então na Europa, começava a entrar por novos caminhos, nomeadamente o surgimento do conceito de Atonalismo. No entanto, desde esta altura e durante toda a primeira metade do Século XX, muitos foram os estilos que vieram inovar a maneira de fazer música.

A Segunda Guerra Mundial, apesar do efeito devastador que teve, acabou por trazer indirectamente algumas vantagens. Uma delas foi sem dúvida, o desenvolvimento tecnológico a vários níveis. Uma das áreas de grande desenvolvimento foi a indústria do som e das estações de rádio que, com o fim da guerra, se revelaram determinantes no progresso da música concreta. O período que se seguiu foi de prosperidade e de crescimento económico, o que possibilitou a criação de incentivos a muitas empresas e instituições. As emissoras de rádio, por exemplo, foram apetrechadas com estúdios bem equipados e inovadores. Das novas invenções, destacam-se os microfones e os gravadores magnéticos (criados em 1939), estes últimos que possibilitaram pela primeira vez a mistura de sons. Surge assim o conceito de música electroacústica.

O conceito de “música electroacústica”, sobretudo na Europa, acaba por se difundir muito em parte pelos esforços da “Radiodiffusion Télevision Française” em Paris e pela Westdeutcher Rundfunk em Colónia. Ambos os grupos tinham uma identidade artística muito própria. O grupo do estúdio parisiense dedicou-se ao seu estilo próprio “Musique Concrète” enquanto o grupo alemão se dedicou à “elektronische Musik”. As controvérsias entre estes dois grupos acabaram por se instalar já que cada tinha a sua própria concepção daquilo que era a música electroacústica.


Como surgiu?

Pierre Schaeffer, engenheiro electrotécnico e locutor de uma rádio Parisiense, iniciou as primeiras experiências no estúdio por volta de 1948-1949. As primeiras composições de Shaeffer, que incluíam a manipulação sonora por meio da variação da velocidade ou do sentido de leitura das gravações, tinham um efeito musical fraco, muitas vezes incoerente pela sua natureza fragmentária. Em 1951, cria o Grupo de Pesquisa de Música Concreta (Groupe de Recherche de Musique Concrète – GRMC) após se estabelecer na R.T.F e se associar ao compositor Pierre Henry. Surgem assim, as primeiras composições com resultados mais substanciais: Symphonie pour un homme seul e a ópera Orpheé 51, esta última utilizando aparelhos como o Morphophone e os Phonogènes, que funcionavam com gravações em fita magnética.

As diferentes opiniões entre franceses e alemães levaram Schaeffer a publicar o ensaio Esquisse d’un solfège concret que veio reafirmar e sistematizar as suas ideias no panorama de então. Mais tarde, em 1966, os seus estudos levaram-no à publicação, de Traité des objets musicaux, com base nos estudos anteriores de Esquisse d’un solfège concret. Neste trabalho, Schaeffer estabeleceu 33 critérios de classificação divididos pelas 3 dimensões fundamentais do fenómeno sonoro – o plano harmónico, o plano dinâmico e o plano melódico – que permitiam 54 000 combinações distintas. Ao tentar classificar todos os sons produzidos por objectos, dividiu as suas características em sete categorias distintas:

A textura: organização do som.
A dinâmica: descrição da intensidade das diferentes características do som;
O timbre harmónico: qualidades particulares referentes à cor dos sons;
O tipo de melodia: evolução temporal do espectro global do som, desenvolvimento da melodia;
Desenvolvimento da textura: evolução temporal das componentes estruturais internas dum som;
Análise das irregularidades do som;
Inflexão do som: análise dos vibratos do som.

Apesar dos estudos aprofundados que efectuou, Schaeffer não conseguiu mais do que meras ligações passageiras com compositores como Boulez, Messiaen, Milhaud, Varèse e Stockhausen, estes talvez desencorajados pelos resultados sonoros pouco refinados.

À medida que técnicas de processamento electrónico se tornavam progressivamente mais aceites, os princípios da “musique concrète” acabaram por se revelarem um pouco desactualizados. Perante esta situação, Schaeffer tentou encontrar uma perspectiva mais universal - experiences musicales – o que levou à aproximação do conceito inicial de “música concreta” ao conceito de “Elektronische Musik”.

Pierre Schaeffer, um radialista parisense, criou algumas das peças primárias de Musique Concrète, incluindo “Étude aux chemins de fer” (”Estudo com trens”), “Étude au piano I” (”Estudo ao piano I”) e “Étude aux casseroles” (”Estudo com pães franceses”). Cada uma dessas peças envolvia aumento de velocidade, looping e reversão nas gravações, que traziam sons de trens, pianos e um forno com ruídos. Schaegger também colaborou com outro pioneiro da Musique concrète, Pierre Henry. Juntos, eles criaram músicas como “Symphonie pour un homme seul” (”Sinfonia para um homem solitário”).

O estilo foi assim combinado com outra forma de música eletrônica, mais sintetizada, para criar “Poème électronique” de Edgar Varèse. A obra foi executada na World’s Fair em Bruxelas, Bélgica, em 1958, através de 425 alto-falantes cuidadosamente posicionados em um pavilhão especial desenvolvido por Iannis Xenakis.

A compositora fictícia Hilda Tablet, criada por Henry Reed, falou sobre sua criação da Musique concrète renforcée.

Depois da década de 50, a musique concrète foi de certo modo substituída por outras formas de música eletrônica, mas sua influência pode ser vista na música popular através de várias bandas, incluindo os Beatles, na música Revolution 9, e Pink Floyd (mais notávelmente na música “Bike”). Por volta de 1967 e 1968, Frank Zappa compôs várias obras de musique concrète no Apostolic Studios em Nova York. O som resultante, ouvido em músicas como “The Chrome Plated Megaphone of Destiny” e “Dwarf Nebula Processional March & Dwarf Nebula”, é uma série de ruídos e barulhos bizarros.

A Musique concrète tradicional (e a não-tradicional) teve seu revival nas década de 80 e 90. Artistas como Ray Buttigieg, com suas séries de experimentos “Earth Noise” e “Sound Science Series”, e os Plunderphonics de John Oswald, usam sons aleatórios e intencionais, editados na forma antiga, apesar da fita magnética ter sido substituída com a tecnologia de samples.

Recentemente, a popularidade crescente da música eletrônica levou um renascimento da Musique concrète. Artistas como Christian Fennesz, Francisco Lopez, Ernesto Rodrigues e Scanner empregam várias técnicas do estilo em suas músicas, sendo classificados sob genêros mais comuns da música eletrônica, como IDM ou downtempo. Revistas de música como a The Wire regularmente publicam artigos e resenhas de musique concrète.


Links externos

  • Ensaio sobre musique concrète

Tablet PC entre elas | David Fairchild

Filed under: Uncategorized — admin @ 4:10 am

David Grandison Fairchild ( Michigan, 7 de abril de 1869 – 6 de agosto de 1954 ) foi um explorador e botânico norteamericano.

Fairchild foi responsável pela esntrada de mais de 20.000 plantas exóticas nos Estados Unidos. Entre elas:, alfafa, nectarinas, tâmaras, raiz-forte, bambus , cerejeira e outras.

March 29, 2008

Vários países. Ele | Paulus Potter

Filed under: Uncategorized — admin @ 8:05 pm

Paulus (Pietersz.) Potter (batizado em 20 de Novembro de 1625, Enkhuizen - 17 de Janeiro de 1654, Amsterdam) fui um pintor holandês, especialista em animais e paisagens.

Potter estudou pintura com seu pai Pieter Potter em Enkhuizen. Viveu alguns poucos anos em a Haia onde encontrou sua esposa e foi introduzido a elite holandesa. Após desentendimentos com colegas pintores e Amália de Solms-Braunfels, ele mudou-se apra Amsterdam.

Laptop | Laptop

Filed under: Uncategorized — admin @ 6:40 pm

Um laptop (também chamado de notebook) é um computador portátil, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD, os mais modernos não possuiem mais a entrada para discos flexíveis (disquetes), quando há a necessidade de utilizar um desses conecta-se um adaptador há uma das portas USB.

A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa).

Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com perfomance semelhante à de um computador de mesa.

Laptops portáteis são pequenos e leves, e são designadas de modo a fazerem com que suas baterias sejam capazes de abastecer o laptop por um longo período, quatro a cinco horas ou mais). Isto vem a custo de outras especificações do laptop, como RAM (raramente superior a 1 GB), placa de vídeo (raramente superior a 128 MB, compartilhado), velocidade do processador raramente superior a 1,8 GHz, e raramente mais do que 80 GB de espaço no hard drive. As telas mais comuns são as de 14″ (ou 14,1″ em widescreen) e 15″ (ou 15,4″ em widescreen).

Atuais desktops replacements, por outro lado, são designados de modo a possuirem perfomance comparável a bons computadores de mesa (1 GB ou mais de RAM, placa de video 512 Mb dedicado, 120 GB de espaço ou mais e até 2,8 GHz de velocidade do processador. Tais laptops, voltados aos que querem perfomance (para uso de aplicativos pesados, tais como jogos, por exemplo) são pesados, relativamente grandes (dificultando sua locomoção), e gastam rapidamente suas baterias (que raramente supera três horas, podendo diminuir para uma hora ou menos, no caso de aplicativos pesados). Desktop replacements comuns possuem entre 15 e 17 polegadas, embora alguns laptops possuam 19 ou mesmo 20 polegadas. Os últimos são raramente transportados de um lugar para outro ou utilizado fora de um estabelecimento sem tomada (por exemplo, em um avião), pelo fato que gastam muito rapidamente suas baterias (raramente mais do que 1,5 horas), e pelo seu peso e tamanho (que, ironicamente, tornam improvável o uso do laptop por cima do colo), fatores que limitam seu uso em lugares relativamente fixos.

Atualmente, muitos laptops são dotados de adaptadores de rede wireless, que possibilitam a conexão a redes de computadores sem fio. Essas redes podem ser instaladas em escritório, e já é muito comum encontrar também em residencias. Com os adaptadores wireless, os usuários de laptops podem acessar a internet em diversos estabelecimentos, tais como restaurantes e aeroportos, sem a necessidade de conectar fios, desde que esses locais ofereçam o serviço.


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  • Laptop de 100 dólares


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  • Laptop News
  • História dos Notebooks
  • Laptops Dell

Laptop | Laptop

Filed under: Uncategorized — admin @ 5:55 am

Um laptop (também chamado de notebook) é um computador portátil, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD, os mais modernos não possuiem mais a entrada para discos flexíveis (disquetes), quando há a necessidade de utilizar um desses conecta-se um adaptador há uma das portas USB.

A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa).

Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com perfomance semelhante à de um computador de mesa.

Laptops portáteis são pequenos e leves, e são designadas de modo a fazerem com que suas baterias sejam capazes de abastecer o laptop por um longo período, quatro a cinco horas ou mais). Is